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O MEU SENTIMENTO É O DE UM GARIMPEIRO, QUE BUSCA DIAMANTES, E QUANDO ENCONTRA NÃO CONSEGUE GUARDAR PARA SI.

23/05/2009

FRASES DA EDUCAÇÃO 23050*

“É fundamental

diminuir a distância
entre o que se diz
e o que se faz,
de tal forma que,
num dado momento,
a tua fala

seja

a tua prática.”

Paulo Freire

22/05/2009

ESTA MULHER JAMAIS SAIRÁ DA MODA




Bem nada de desfiles, de coisas que hoje todo mundo fotografa e amanhã ninguém mais se lembra, está é mulher mais poderosa do mundo.
Oh! Ela já partiu daqui da Terra, mas deixou o seu legado para sempre.
Estou falando de Inês (Agnes) Gonscha Bojaxhiu, nascida em 26 de agosto de 1910, em Skoplje, um lugar entre a Albânia e a antiga Iugoslávia.
A tual República da Macedônia, muito conhecida por Madre Tereza de Calcutá. Santa aclamada pelo que fez pelos mais desvalidos de todo o mundo.
Veja um de seus pensamentos

“Se houvesse pobres na lua, iríamos até lá. O que conta não é o que fazemos, mas o amor que pomos no que fazemos”.

Covadonga O’Shea, diretora da revista feminina Telva, escreveu há algum tempo um artigo que se intitulava “Uma mulher que nunca passará de moda”, e que começava assim: “Não é Cindy Crawford nem Cláudia Schiffer. Provavelmente, nunca entrou numa boutique, mas é uma das mulheres que marcam o passo à Humanidade e que deixarão um rasto indelével no século que termina. É muito possível que a preocupação pelo seu look não passe da água e do sabão, mas o seu olhar irradia uma força especial. Sim, é a Madre Teresa de Calcutá, a freira albanesa com um coração de seda e de ferro”

Certa vez o escritor peruano Mario Vargas Llosa disse que “não interessa aquilo em que ela crê, mas aquilo que ela faz”. Entretanto, nem ela nem ninguém faria o que ela faz, se não cresse em Quem ela crê, e sem crer como ela crê

“Hoje em dia, quando quase todas as doenças têm o seu remédio, não se encontrou remédio algum para a indiferença pelo próximo. E, no entanto, existe. Não se melhorará a situação dos excluídos nem se transformará o mundo com revoluções, violência, guerras, nacionalismos desenfreados, terrorismo e ódio, mas unicamente por meio do amor e da caridade”

"A maior pobreza não é a falta de dinheiro, ou a falta de pão e de comida, mas sobretudo uma fome terrível de reconhecimento da dignidade que cada um tem"

Madre Teresa de Calcutá partiu em 5 de setembro de 1997 vítima de uma parada cardíaca
Um coração que sempre pulsou por amor a Jesus.


Do Livro Madre Teresa de Calcutá. Miguel Angel Velasco.

21/05/2009

O SER HUMANO IDEAL DE SÓCRATES

Ele não se expõe desnecessariamente ao perigo, uma vez que são poucas as coisas com que se preocupa o suficiente; mas está disposto, nas grande crises, a dar até a vida sabendo que em certas condições não vale a pena viver.

Está disposto a servir aos homens, embora se envergonhe quando o servem.

Ele não toma parte em manifestações publicas.

É franco quando a suas antipatias e preferências, fala e age com franqueza, devido a seu desapego pela desejos dos homens e coisas.

Nunca tem maldade e sempre esquece e passa por cima das injustiças. Não gosta de falar.Não lhe preocupa o fato de que deve ser elogiado ou que outros devam ser censurados.

Não fala mal dos outros, mesmo de seus inimigos, a menos que seja com eles mesmos. Seus modos são serenos, sua voz é grave, sua fala e comedida; não costuma ser apressado, pois não acha nada muito importante. Uma voz estridente e passos apressados são adquiridos pelo homem através das preocupações.

Ele suporta os acidentes da vida com dignidade e graça, tirando o máximo proveito de suas circunstâncias, como um habilidoso general conduz suas limitadas forças com toda a estratégia da guerra.

Ele é o melhor amigo de si mesmo e se delicia com a privacidade, ao passo que o homem sem virtude ou capacidade alguma é o pior inimigo de si mesmo e tem medo da solidão.

19/05/2009

DIANTE DA FOME

Horácio é um dos quadrinhos mais interessantes de Mauricio de Souza. Ele quase sempre tem algo que nos toca e nos faz pensar. Aqui nós vemos que é praticamente impossível ficar sem ação diante da fome. Pelo menos no estorinha é assim...




18/05/2009

EU, ETIQUETA

(Carlos Drummond de Andrade)


Em minha calça está grudado um nome
Que não é meu de batismo ou de cartório,
um nome... estranho.
Meu blusão traz lembrete de bebida
Que jamais pus na boca, nesta vida.
Em minha camiseta, a marca de cigarro que não fumo, até hoje não fumei.
Minhas meias falam de produto
que nunca experimentei
Mas são comunicados a meus pés.
Meu tênis é proclama colorido
de alguma coisa não provada
por este provador de longa idade.
Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,
minha gravata e cinto e escova e pente,
meu corpo, minha xícara,
minha toalha de banho e sabonete,
meu isso, meu aquilo,
desde a cabeça ao bico dos sapatos,
são mensagens,
letras falantes,
gritos visuais,
ordens de uso, abuso, reincidência,
costume, hábito, premência,
indispensabilidade,
e fazem de mim homem-anúncio itinerante,
escravo da matéria anunciada.
Estou, estou na moda.
É doce estar na moda, ainda que a moda
seja negar a minha identidade,
trocá-la por mil, açambarcando
todas as marcas registradas,
todos os logotipos do mercado.
Com que inocência de demito-me de ser
eu que antes era e me sabia

tão diverso de outros, tão mim-mesmo,
ser pensante, sentinte e solidário
com outros seres diversos e conscientes
de sua humana, invencível condição.
Agora sou anúncio,
ora vulgar, ora bizarro,
em língua nacional ou em qualquer língua
(qualquer, principalmente).
E nisto me comprazo, tiro glória
de minha anulação.
Não sou – vê lá – anúncio contratado.
Eu é que mimosamente pago para anunciar, para vender
em bares festas praias pérgulas piscinas,
e bem à vista exibo esta etiqueta
global no corpo que desiste
de ser veste e sandália de uma essência tão viva, independente,
que moda ou suborno algum a compromete.
Onde terei jogado fora
meu gosto e capacidade de escolher,
minhas idiossincrasias tão pessoais,
tão minhas que no rosto se espelhavam
e cada gesto, cada olhar,
cada vinco da roupa
resumia uma estética?
Hoje sou costurado, sou tecido,
sou gravado de forma universal,
saio da estamparia, não de casa,
da vitrina me tiram, recolocam,
objeto pulsante mas objeto
que se oferece como signo de outros
objetos estáticos, tarifados.
Por me ostentar assim, tão orgulhoso
de ser não eu, mas artigo industrial,
peço que meu nome retifiquem.
Já não me convém o título de homem.
Meu nome novo é coisa.
Eu sou a coisa, coisamente

17/05/2009

GENEROSIDADE

Video da 'Fundação para uma Vida Melhor' que comunica os valores que fazem diferença em nossa comunidade, como a honestidade, a compaixão, o otimismo, o trabalho árduo e a ajuda aos outros.

VÁRIOS CURSO SOBRE EDUCAÇÃO