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20/05/2016

LER PARA OS FILHOS A PARTIR DOS 6 MESES

Especialistas defendem que pais leiam para filhos a partir dos 6 meses, porque melhora a cognição e o desempenho escolar

DO GLOGO ONLINE

Ler ou não ler para o bebê, eis uma questão que David Dickinson, doutor em educação pela Universidade de Harvard, e Perri Klass, pediatra, escritora e professora de pediatria e jornalismo da Universidade de Nova York, garantem saber responder.
Sim, deve-se ler e muito, a partir dos 6 meses de vida, mas sem deixar os olhinhos do neném arregalados com a maluquice de Hamlet ou as desgraças de Rei Lear.
A recomendação dos super-especialistas é incluir, em meio à troca de fraldas, a mamadeiras, passeios e choros, o folhear diário das páginas de um livro apropriado para aquela faixa etária, cheio de cores e figuras (hoje não faltam opções nas prateleiras).
Para eles, esta é a melhor forma de desenvolver a inteligência da criança e a sua linguagem oral e escrita, preparando-a para a alfabetização e aprimorando sua capacidade de aprender.


Que fique claro: a ideia não é transformar o bebê num minigênio.
Os especialistas, que apresentaram pesquisas científicas na Bienal de São Paulo na semana passada provando como a leitura interfere no desenvolvimento cognitivo da criança, querem prazer e interação ao som da narrativa dos pais.
Os benefícios desse ritual são insubstituíveis.
Não adianta só conversar com a criança ou passear descrevendo as paisagens nem inventar aventuras.
Tem que ler, mostrar formas e cores e fazer perguntas ao bebê o tempo todo, estimulando sua participação.


Dickinson e Perri vieram para cá a convite da ONG Instituto Alfa e Beto (IAB), em São Paulo, e abraçaram a iniciativa da criação de uma biblioteca para bebês e o lançamento de uma cartilha com dicas das técnicas de leitura mais adequadas para cada fase.
O objetivo é tornar os livros mais acessíveis também às classes sociais mais baixas, porque Oliveira acredita que o ciclo vicioso da pobreza também passa pelo ciclo vicioso da transmissão da linguagem.
O IAB também criou um catálogo com 600 títulos para serem lidos antes do ingresso ao ensino fundamental. O objetivo não é listar os melhores livros, mas, sim, dar uma ideia para os pais dos tipos de publicação adequados para a idade de seus filhos.


Todos os estudos mostram que expor a criança desde cedo aos livros contribui para o desenvolvimento da linguagem e, consequentemente, para o seu sucesso escolar. A formação do hábito de leitura também é importante para que a criança se torne um ávido leitor, outro fator fortemente associado ao sucesso escolar.

Mas, para tranquilizar quem perdeu o primeiro bonde, Oliveira garante que nunca é tarde para começar. Só ressalta que, quanto antes o hábito fizer parte do dia a dia da criança, melhor:


- Além de desenvolver diversas competências ligadas à alfabetização e à linguagem, a leitura também fortalece o vínculo das crianças com os pais: eles gostam de ler com os pais porque gostam dos pais.
Mas a leitura deve ser participativa.
Um dos aspectos mais importantes é envolver a criança, desde cedo, no processo de escolha de livros. Pergunte sempre qual a criança prefere, deixe que ela manifeste seus interesses ou crie novos.
A escolha leva ao compromisso - garante o fundador do IAB.


 "ler para os filhos desde cedo ajuda a criança a ver os livros como fonte de prazer e de informação".

A leitura é um bom estímulo cognitivo para melhorar o conhecimento do mundo que nos cerca.
Estimula a imaginação e o leitor pode parar para pensar no que está lendo quando quiser, o que permite uma melhor elaboração do conteúdo.
Mas as pessoas podem desenvolver o hábito de leitura e aprimorá-lo em qualquer idade.
O estímulo precoce só vai tornar tudo mais fácil.
A leitura não é um fim mas, sim, um meio.
O conhecimento é uma meta.

20/07/2015

09/04/2015

APRENDER A LER E A ESCREVER AOS 6 ANOS


A infância é um período muito importante, quando a crianças se apropriam das formas humanas de comunicação. E adquirir a habilidade da leitura e da escrita permite que elas ampliem sua experiência cultural. O quarto episódio da série explica como ensinar crianças de 6 anos a ler e a escrever por meio de atividades artísticas. Tais atividades possibilitam a formação cultural dos alunos e auxiliam na aquisição da função simbólica e da memória, fundamentais para compreender a linguagem escrita.

01/03/2015

COMO LER SEM SABER LER

Sétimo vídeo do Módulo I do Programa de Formação de Professores Alfabetizadores (Profa), realizado pelo MEC em 2001. Neste trecho você vai ver uma reunião de planejamento, conduzida por Telma Weisz, na qual as professoras do grupo de referência do programa estão discutindo sobre como elaborar situações didáticas de leitura para alunos que ainda não sabem ler convencionalmente.

13/11/2014

A LÍNGUA ESCRITA COMO OBJETO DA APRENDIZAGEM


Segundo Ferreiro, no decorrer dos séculos, a escola (como instituição) operou uma transmutação da escrita. 
Transformou-a de objeto social em objeto exclusivamente escolar, ocultando ao mesmo tempo suas funções extra-escolares: precisamente aquelas que historicamente deram origem à criação das representações escritas da linguagem. 
É imperioso (porém nada fácil de conseguir) restabelecer, no nível das práticas escolares, uma verdade elementar: a escrita é importante na escola porque é importante fora da escola, e não o inverso.

15/09/2014

COMO LER MELHOR E COMPREENDER MELHOR

Técnica "Ensaboe, enxágue, repita":
Com a técnica "Ensaboe, enxágue, repita" o professor estimula que os alunos tenham uma maior compreensão do texto e leiam com mais fluência. 

Além disso torna o hábito de ler mais prazeroso e pode ser usada para melhorar a compreensão de textos de qualquer assunto ou disciplina.

04/05/2014

COMO LER SEM SABER LER 4

Última parte do sétimo vídeo do Módulo I do Programa de Formação de Professores Alfabetizadores (Profa), realizado pelo MEC em 2001. 
Neste trecho você vai ver mais duas atividades de leitura com crianças que ainda não sabem ler. 
Na primeira, os alunos precisam ler os nomes para organizar uma agenda telefônica da turma, considerando a ordem alfabética. Na outra atividade, os alunos acompanham a leitura de uma história em quadrinhos feita pela professora.

03/05/2014

COMO LER SEM SABER LER 3

Continuação do sétimo vídeo do Módulo I do Programa de Formação de Professores Alfabetizadores (Profa), realizado pelo MEC em 2001. 
Neste trecho você vai ver mais duas atividades de leitura com crianças que ainda não sabem ler. 
Na primeira, os alunos precisam identificar as respostas de adivinhas e na outra, eles têm o desafio de separar dezenas de palavras em listas de comidas, bebidas e brincadeiras.

02/05/2014

COMO LER SEM SABER LER 2

Continuação do sétimo vídeo do Módulo I do Programa de Formação de Professores Alfabetizadores (Profa), realizado pelo MEC em 2001. 
Neste trecho você vai ver duas atividades nas quais crianças que ainda não sabem ler tentam ler colocando em prática as mesmas estratégias utilizadas por um leitor competente: decodificação, antecipação, inferência, seleção e verificação.

01/05/2014

COMO LER SEM SABER LER 1

Módulo I do Programa de Formação de Professores Alfabetizadores (Profa), realizado pelo MEC em 2001. Neste trecho você vai ver uma reunião de planejamento, conduzida por Telma Weisz, na qual as professoras do grupo de referência do programa estão discutindo sobre como elaborar situações didáticas de leitura para alunos que ainda não sabem ler convencionalmente.

06/03/2013

530 MILHÕES DE MULHERES ANALFABETAS

DOS 796 MILHÕES DE ANALFABETOS NO MUNDO, DOIS TERÇOS SÃO MULHERES, DIZ UNESCO

Das 796 milhões de pessoas apontadas como analfabetas no mundo, dois terços (cerca de 530 milhões) são mulheres.

Os dados são da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).
Pelos estudos, os analfabetos também são os mais atingidos por problemas causados pela fome e por crises econômicas.
No Brasil, a taxa de analfabetismo caiu 1,8 ponto percentual nos últimos cinco anos e registrou 9,7% em 2009. Na Região Nordeste, reconhecida historicamente por ter o maior número de iletrados do país, a taxa caiu de 22,4% (2004) para 18,7% (2009).
 A informação foi divulgada hoje (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que contabilizou 14,1 milhões de pessoas que não sabiam ler ou escrever em 2009.
A pesquisa mostrou ainda que houve um aumento do nível de escolaridade no Brasil em todas as regiões do país.
Os indicadores mostraram que a proporção de crianças de 6 a 14 anos que frequentava a escola foi maior do que 96%. Entre a população com 10 anos ou mais, o tempo de estudo médio chegou a 7,2 anos.

 Esse tempo representa um aumento de 0,6 ano na média registrada em 2004.

25/01/2013

ZIRALDO - NOVE FORMAS DE ESTIMULAR A LEITURA

O estímulo à leitura é essencial para que a criança tome gosto para o mundo maravilhoso dos livros. 
Ziraldo em sua sabedoria dos 80 anos, dá uma receita de nove formas para levar a criança a esse prazer.


24/11/2012

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

Material pedagógico para formação de professores na área
de língua portuguesa que contribuísse para articular e sistematizar a
discussão acerca dos conceitos de alfabetização e letramento, buscando estabelecer sua relação com o processo de escolarização.
Livro de receita, boa ideia. 

29/09/2012

28/03/2012

QUADRINHOS AJUDAM NA ALFABETIZAÇÃO COM PRAZER

 Motivos para incentivar seu filho a ler histórias em quadrinhos. 
PARA LER TODA A MATÉRIA SITE EDUCAR PARA CRESCER


Contribuem na pré-alfabetização
A sequência de imagens dos quadrinhos permite que a criança compreenda o sentido da história antes mesmo de aprender a ler. Ao fazer isso, ela organiza o pensamento, exercita a capacidade de observação e interpretação e desenvolve a criatividade. Na fase de pré-alfabetização, o contato com os gibis também ajuda a criança a se familiarizar com as letras.

Ajudam no processo de alfabetização
A ordem lógica dos quadrinhos serve de apoio para que a criança decifre o que está escrito e supere a dificuldade de fluência, típica de quem acabou de se alfabetizar. Outro fator positivo é que a letra maiúscula usada nos balões facilita a leitura. Para quem está aprendendo a ler, letras minúsculas podem ser mais difíceis de decodificar, principalmente aquelas que têm traçados semelhantes, como q, p, d e b.

Despertam facilmente o interesse das crianças
A leitura de gibis é uma atividade lúdica para as crianças, que naturalmente se identificam com a linguagem dos quadrinhos e, muitas vezes, estabelecem uma relação afetiva com seus personagens.
Estimulam o hábito da leitura
Um bom modo de estimular um hábito é enfatizando o seu lado prazeroso. No caso dos quadrinhos, os textos rápidos associados com imagens, os elementos gráficos e a identificação com os personagens são alguns dos elementos que tornam a leitura agradável. Isso pode encorajá-las a ler textos cada vez mais complexos. Alguns pesquisadores defendem que os leitores de quadrinhos também acabam se interessando por outros gêneros de texto.



Exercitam diferentes habilidades cognitivas
A leitura de histórias em quadrinhos é um processo bastante complexo. É preciso decodificar textos, imagens, balões, onomatopeias e, muitas vezes, recursos de metalinguagem. Além disso, induz a uma habilidade chamada inferência, que é a capacidade de concluir coisas que não estão escritas. Nas HQs, por exemplo, o leitor deduz a ação que é omitida entre um quadrinho e outro. Tudo isso demanda um trabalho intelectual.





DO SITE DA MÔNICA

19/03/2012

CAPOVILLA EXPLICA SOBRE A DISLEXIA

Fernando Capovilla é professor de Neuropsicologia da USP e especialista em distúrbios da comunicação e da linguagem, nesse vídeo explica sobre a dislexia e  como identificar nos primeiros anos de vida da criança.
Explica que no método fônico de alfabetização como é possível  identificar e prevenir a dislexia com atividades lúdicas.


28/08/2011

ALFABETIZAR COM O NOME PRÓPRIO



Vídeo do programa de formação Profa, do Ministério da Educação, editado pela REVISTA NOVA ESCOLA, sobre como alfabetizar com o nome próprio







VÁRIOS CURSO SOBRE EDUCAÇÃO