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29/08/16

DIA NACIONAL DE COMBATE AO FUMO


Porque é vital continuar alertando sobre os malefícios do cigarro
por Nira Bessler

Muitos fumantes não agüentam mais ouvir as advertências do Ministério da Saúde: Fumar causa câncer de pulmão, câncer de boca, infarto do coração etc. Mas não tem jeito; quem quiser falar seriamente sobre cigarro vai ter de transmitir todas essas informações. Por um motivo simples: elas são verdadeiras.

O cigarro é fator de risco para diversas doenças. Isso significa que uma pessoa que fuma tem mais chances de contrair uma série de males. Alguns estão diretamente ligados ao tabaco. De cada dez casos de câncer de pulmão, por exemplo, nove são conseqüência do fumo, assim como 85% das mortes por enfisemas.

Não é à toa que o Ministério da Saúde tem criado tantas medidas para desestimular o consumo de cigarro, principalmente nos últimos 15 anos. O fumo gera sobrecarga do sistema de saúde com tratamento de doenças ligadas a ele, causa mortes precoces de cidadãos em idade produtiva, aumenta as faltas no trabalho, reduz a qualidade de vida de fumantes e de sua família. Uma pesquisa do Banco Mundial apontou que esses e outros fatores geram uma perda de 200 bilhões de dólares por ano em todo o mundo.


Fumante inala mais de 4700 substâncias tóxicas a cada tragada

No Brasil, estima-se que 80 mil pessoas morram precocemente a cada ano devido ao tabagismo. Mas por que o fumo faz tanto mal? Quando uma pessoa traga a fumaça de um cigarro, está inalando mais de 4700 substâncias tóxicas. Muitas delas vêm do processo de plantio do tabaco. Os agrotóxicos utilizados na plantação acabam sendo inalados, por tabela, pelo fumante.

Outras substâncias fazem parte da própria composição do tabaco ou são produzidas durante sua queima. O monóxido de carbono - o mesmo gás venenoso que sai do escapamento de automóveis -, por exemplo, dificulta a oxigenação do sangue e causa doenças como a arteriosclerose.

O alcatrão é, na verdade, um composto de mais de 40 substâncias comprovadamente cancerígenas. Assim, 30% das mortes por câncer se devem ao fumo. O tabagismo pode causar tumores não apenas no pulmão, mas também na boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga e colo de útero.

Mas um dos maiores vilões é mesmo a nicotina, responsável pelo prazer e pela dependência. Ela acelera a freqüência cardíaca e contribui para o surgimento de doenças cardio-vasculares. Basta dizer que 45% dos infartos agudos do miocardio em pessoas abaixo de 65 anos são causados por tabagismo. A nicotina também estimula a produção de ácido clorídrico, causando azia, podendo levar a uma úlcera e até a um câncer de estômago.


Área para fumantes: um mal necessário

Esses e muitos outros malefícios gerados pelo tabagismo não ficam restritos aos fumantes. As pessoas que convivem com eles também sofrem as conseqüências do cigarro. São os chamados fumantes passivos. Ao respirar a fumaça do cigarro, a pessoa está absorvendo substâncias tóxicas e cancerígenas. Por isso, o fumante passivo tem 30% a mais de chances de ter câncer, e a probabilidade de sofrer um infarto do miocárdio aumenta 24%, em relação a uma pessoa que não convive com tabagistas.

Está aí a importância de se criar ambientes exclusivos para fumantes em restaurantes e empresas. "É essencial conscientizar os funcionários que fumam de que ninguém está indo contra eles. O que estamos fazendo é proteger o não-fumante do tabagismo passivo. O fumante não está sendo discriminado, nem é proibido de fumar. Ele apenas terá uma área específica para isso. O não-fumante acaba sendo protegido da poluição", explica o médico pneumologista Ricardo Meireles, da Divisão de Controle do Tabagismo do Instituto Nacional do Câncer (INCA).

As advertências do Ministério da Saúde sobre os malefícios do cigarro e outras leis anti-tabagistas podem incomodar algumas pessoas, mas já estão dando resultados. Uma pesquisa recente, encomendada pelo INCA, demonstrou que, entre 1989 e 2002, o percentual de fumantes no Estado do Rio de Janeiro caiu de 29,8% para 21,4%. De acordo com INCA, tudo indica que essa é uma tendência nacional.

22/08/16

PARABÉNS AMIGOS DOS PROFESSORES


21/08/16

CENTRO NACIONAL DE FOLCLORE

O Centro Nacional de Folclore e Cultural Popular (CNFCP), é uma instituição pública vinculada ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), do Ministério da Cultura (MinC). Herdeira da Campanha de Defesa do Folclore Brasileiro (CDFB), foi criada em 1958.
Tem por missão formular, fomentar e executar programas e projetos em nível nacional voltados para a pesquisa, documentação, difusão e apoio a expressões das culturas populares brasileiras.

O CNFCP oferece serviços diversos, alguns on line - O Centro Nacional de Folclore e Cultural Popular.
Há espaços de exposições, projetos educativos, biblioteca com acervo bibliográfico, sonoro e visual, concursos, curso, etc.





Assessoria ao professor
Além da visita preparatória e do empréstimo dos projetos itinerantes, o programa educativo oferece também orientação e assessoria a professores, individualmente ou em grupos pré-agendados, bem como a outros profissionais de instituições culturais e de ensino
Levando em consideração que cultura popular é diversa e dinâmica, o Programa Educativo procura encontrar novas formas de diálogo com a escola, oferecendo outros olhares sobre esse tema e os espaços públicos que também integram o Centro.

Embora os reconheça museu e biblioteca como espaços educativos, não os entende como substitutos da escola, e por isso, confere lugar de destaque ao papel do professor como mediador de conhecimentos entre essas esferas, dando especial importância à pesquisa como fonte provocadora de novas discussões.
Veja textos sobre educação

Na intenção de formar uma parceria com os educadores, está sempre aberto para sugestões e encontros com professores para apontar referenciais no sentido de auxiliar o trato com a cultura popular em sala de aula, e ajudar também no trabalho da equipe.

Por tudo isso, a equipe educativa do CNFCP não quer ditar formas, “dar receitas”, de como o educador deve trabalhar. Procura aprender mais com cada instituição que a visita e encontrar modos diferentes de trabalhar cada projeto educativo e cada visita ao museu de maneira singular.

14/08/16

O HOMEM QUE AMAVA CAIXAS

 Essa história faz muito sentido àqueles que têm os pais, homens calados, que cuidam da família, cuidam do lar, quase sempre sem expressarem verbalmente o seu amor.

Escrito e ilustrado por Stephen Michael King, "O homem que amava caixa" produzido originalmente em 1995, é uma delicada pintura dos sentimentos de um pai.
A imagem visual encarrega-se de transmitir a informação que o código lingüístico estrategicamente ignora — a descrição de cenários, tempo e paisagens, mais a caracterização de personagens, animais, objetos, etc. 
E a distância entre pai e filho é reforçada pela expressão dos olhos, pelas cores, pela oposição entre espaços fechados e abertos.
Inicialmente, como dentro de sua própria caixa, o homem lê um livro no conforto da sala de casa, sai à varanda, retorna para sua oficina. 
O filho é todo horizonte, praia, mar e montanha, cabelos ao vento em desalinho, em desalento.
O tempo preenche caixas de todos os tipos e tamanhos…
As novidades construídas pelo pai acabam por trazer o menino para mais perto e dentro de casa, enquanto outros brinquedos permitem vôos lá fora, no alto e imenso céu. 
Ambos sabem que não é preciso dar ouvidos ao estranhamento dos outros, pois nem todos os sentimentos necessitam ser falados.
 Eis uma linda estória enriquecida pela simplicidade que fala as nossas Almas.






































 E a linda e profunda estória é assim...



 Era uma vez um homem. 
O homem tinha um filho. 
O filho amava o homem. 
E o homem amava caixas. 
Caixas grandes, caixas redondas, caixas pequenas, caixa altas, todos os tipos de caixas! 
O homem tinha dificuldade em dizer ao filho que o amava; então, com suas caixas, ele começou a construir coisas para seu filho. 
Ele era perito em fazer castelos e seus aviões sempre voavam... a não ser, claro, que chovesse. As caixas apareciam de repente, quando os amigos chegavam, e, nessas caixas, eles brincavam... e brincavam. 
A maioria das pessoas achava que o homem era muito estranho. 
Os velhos apontavam para ele. 
As velhas olhavam zangadas para ele. 
Seus vizinhos riam dele pelas costas. 
Mas, nada disso preocupava o homem. 
Por que ele sabia que haviam encontrado uma maneira especial de compartilharem o amor de um pelo outro.

PROFESSOR, AQUELE QUE FALA EM LUGAR DO PAI





Gosto muito dessa forma de ver o professor. 
Mesmo estando na moda dizer que professor só cabe ensinar e os pais é que educam. (Coisas de quem quer ser apenas "ensinador", não Educador)
Para mim é óbvio o papel da família na Educação da criança, mas não tira a obrigação da Escola TODA auxiliar a Educação integral da criança.
(Mas quem é que vai querer ser responsável pela Educação?) 
Acredito que todos tem a responsabilidade de Educar e todos em Ensinar.

"professor é aquele que age, que fala em lugar do pai."


A etimologia da palavra professor vem do latim medieval 'profateri', aquele que professou, que tomou ordens religiosas e que, por ser membro da igreja, podia proferir sermões publicamente, podia lecionar. 
"Profateri" vem de "pro" (em lugar de) + "fateri" (conhecimento, saber, aquilo que só a Igreja possuía). 
"Profateri" é aquele que está no lugar do, ou representa, o conhecimento. 
Mas "fateri", do germânico arcaico "fader", que por sua vez origina-se do grego "pater", pai. 
Ou seja, professor é aquele que age, que fala em lugar do pai.

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