TODO MATERIAL POSTADO EM MEU BLOG É DE CONTEÚDO PESQUISADO NA INTERNET OU DE AMIGOS QUE ME ENVIAM, AO QUAL SOU SEMPRE AGRADECIDO.
POUCAS VEZES CRIEI ALGO PARA COLOCAR NO BLOG.
O MEU SENTIMENTO É O DE UM GARIMPEIRO, QUE BUSCA DIAMANTES, E QUANDO ENCONTRA NÃO CONSEGUE GUARDAR PARA SI.

04/07/2009

NORMAL

PARA TODO TIPO DE DEFICIÊNCIAS
QUE NÓS TRAZEMOS...

NORMAL MESMO...

NORMAL É SER FELIZ...

03/07/2009

CRESCER NO AMOR

Ninguém pode dar aquilo que não possui.
Para dar amor, você deve ter o amor.
Ninguém pode ensinar aquilo que não sabe.
Para ensinar o amor, você precisa compreendê-lo.

Ninguém pode conhecer aquilo que não estuda.
Para estudar o amor, você precisa viver o amor.

Ninguém pode apreciar aquilo que não aceita.
Para aceitar o amor, você deve torna-se receptivo a ele.

Ninguém pode ter dúvida daquilo em que deseja acreditar.
Para acreditar no amor, você deve estar convencido do amor.

Ninguém admite aquilo a que não se entrega.
Para se entregar ao amor, você deve ser vulnerável a ele.

Ninguém vive aquilo a que não de dedica.
Para se dedicar ao amor, você deve estar
sempre crescendo no Amor ...

Leo Buscaglia

02/07/2009

AS RAZÕES DO CORAÇÃO


VOCÊ SE LEMBRA DAQUELA TOCANTE HISTÓRIA DO LIVRO O PEQUENO PRINCÍPE? Bom, existe uma história mais tocante ainda que aconteceu de fato com o criador do Pequeno Príncipe, o escritor francês Antoine de St. Exupéry.



Poucas pessoas sabem que ele lutou na Guerra Civil Espanhola, quando foi capturado pelo inimigo e levado ao cárcere para ser executado no dia seguinte.



Nervoso, ele procurou em sua bolsa um cigarro, e achou um, mas suas mãos estavam tremendo tanto que ele não podia nem mesmo levá-lo à boca.



Procurou fósforos, mas não tinha, porque os soldados haviam tirado todos os fósforos de sua bolsa. Ele olhou então para o carcereiro e disse: "Por favor, usted tiene fósforo?".



O carcereiro olhou para ele e chegou perto para acender seu cigarro.



Naquela fração de segundo, seus olhos se encontraram, e St. Exupéry sorriu.

Depois ele disse que não sabia por que sorriu, mas pode ser que quando se chega perto de outro ser humano seja difícil não sorrir.



Naquele instante, uma chama pulou no espaço entre o coração dos dois homens e gerou um sorriso no rosto do carcereiro também.



Ele acendeu o cigarro de St. Exupéry e ficou perto, olhando diretamente em seus olhos, e continuou sorrindo.



St. Exupéry também continuou sorrindo para ele, vendo-o agora como pessoa, e não como carcereiro.

Parece que o carcereiro também começou a olhar St. Exupéry como pessoa, porque lhe perguntou: "Você tem filhos?".
"Sim", St. Exupéry respondeu, e tirou da bolsa fotos de seus filhos.
O carcereiro mostrou fotos de seus filhos também, e contou todos os seus planos e esperanças para o futuro deles.

Os olhos de St. Exupéry se encheram de lágrimas quando disse que não tinha mais planos, porque ele jamais os veria de novo.
Os olhos do carcereiro se encheram de lágrimas também.
E de repente, sem nenhuma palavra, ele abriu a cela e guiou St. Exupéry para fora do cárcere, através das sinuosas ruas, para fora da cidade, e o libertou. Sem nenhuma palavra, o carcereiro deu meia-volta e retornou por onde veio.
St. Exupéry disse: "Minha vida foi salva por um sorriso do coração".

O que foi aquela "chama" que pulou entre o coração desses dois homens? Isso tem sido tema de intensa pesquisa atualmente, na medida em que os cientistas estão se dando conta de que o coração não é meramente uma bomba mecânica, mas um sofisticado sistema para receber e processar informações. De fato, o coração envia mais mensagens ao cérebro que o cérebro envia ao coração! Como disse o filósofo francês Blaise Pascal: "O coração tem razões que a própria razão desconhece".

Estados emocionais negativos, como raiva ou frustração, geram ondas eletromagnéticas totalmente caóticas do coração, como se estivéssemos pisando no acelerador e no breque simultaneamente. Esse estado de batimentos desordenados é chamado de "incoerência cardíaca" e está ligado a doença cardíaca, envelhecimento precoce, câncer e morte prematura.

Em estados de amor ou gratidão, nosso batimento cardíaco torna-se "coerente". Isso diminui a secreção dos hormônios do estresse, reduz a depressão, hipertensão e insônia, melhora o sistema imune e aumenta a clareza mental. Essa é uma das razões pelas quais tem sido provado que as emoções positivas estão associadas à boa saúde física e mental - e à longevidade.
Essa irradiação coerente do coração - essa "chama" de genuína afeição - pode afetar pessoas a uma distância de até 5 metros!
Logo, na próxima vez em que você estiver numa situação difícil, respire profundamente, lembre-se de St. Exupéry e do Pequeno Príncipe e irradie a energia de seu coração.
Como o Pequeno Príncipe nos lembrou, "somente com o coração podemos ver com clareza".
Recebi do grupo "Tempo de Germinar"
Autora do artigo SUSAN ANDREWS
Colunista da revista Época

01/07/2009

AUSÊNCIA



Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.

Carlos Drummond de Andrade

28/06/2009

A EDUCAÇÃO

É pela educação que as gerações se transformam e aperfeiçoam.
Para uma Sociedade nova são necessários homens novos.
Por isso, a educação desde a infância é de importância capital.
Não basta providenciar a instrução da criança. Ela deve aprender a se Conduzir como ser consciente e racional.
Isto é tão necessário como saber Ler, escrever e contar.
É entrar na vida, armado, não só para a luta material, mas, principalmente,
Para a luta moral.
Para despertar na criança as primeiras aspirações ao bem, para corrigir um caráter difícil, são precisos, por vezes, a perseverança, a firmeza, uma Ternura de que somente o coração de um pai ou de uma mãe pode ser capaz.
Essa tarefa, no entanto, não é tão difícil quanto se pensa, pois não exige uma ciência profunda.
Grandes e pequenos a podem realizar, desde que se Compenetrem do alvo elevado e das conseqüências da educação.
Bonita lição foi a ocorrida em um supermercado.
A jovem mãe tinha cerca de 27 anos e o menino, uns 2.
Ele se mostrava birrento, teimoso e violento.
Ela, forte, serena e irredutível.
O local era uma prateleira de supermercado recheada de chocolates.
O menino Parecia uma fera.
Queria, porque queria, cinco.
Ela, firme, dizia que ele Poderia levar apenas um.
Foi uma aula de maternidade.
O menino gritava, chorava tão forte e doído que parecia estar apanhando.
Batia os pés, rolava no chão, ameaçava derrubar a prateleira toda.
Tudo inútil.
Sem usar de violência física ou erguer a voz, a mãe o obrigava a escolher.
"ou leva um só ou não leva nenhum.
Vai ter de escolher."
A voz não era de quem tem raiva.
Era de quem guarda certeza do que está fazendo.
Mais ou menos 15 espectadores observavam o acontecimento, aglomerando-se no corredor do supermercado.
Foram dez minutos dolorosos, no final dos quais o pequeno aceitou sua derrota.
Os gritos e os pontapés foram diminuindo.
Por fim, ele parou com a Manha, aceitou a mão da mãe e saiu do supermercado com sua única barra de Chocolate.
O resto ficou lá, na prateleira.
Perdeu o supermercado.
Venceu a mãe.
Venceu A educação.
Desde que o mundo é mundo, crianças querem porque querem, certas coisas.
Muitos pais cedem, ou para não enfrentar o incômodo da birra, ou porque temem os olhares de eventual desaprovação de quem os observa.
Os que não educam os seus filhos, os verão sofrer na vida, fazer sofrer a outros e perder a chance de progresso.
São fabulosos os pais que proíbem, sem raiva, e dão o necessário, sem dar demais.
A nossa sociedade tem mentalidade de supermercado.
Oferece mil prateleiras com tentações e incita os imaturos a consumir mais do que precisam.
Por isso mesmo, são dignos de aplauso os casais que educam seus filhos para
não consumir demais, a fazer escolhas, a crescer, a amadurecer.

***
Os nossos filhos vêm coabitar conosco para que os ajudemos a vencer os seus defeitos e os preparemos para os deveres da vida.
Estudemos, desde o berço, as tendências que a criança trouxe das suas existências anteriores.
Apliquemo-nos a desenvolver as virtudes e aniquilar os vícios.
Que não nos detenham a fadiga, nem o excesso de trabalho.
Auxiliemos a transformação social.
Transformemos a face do mundo, pelo Caminho da educação.

Equipe de Redação do Momento Espírita com base em texto de autoria ignorada
E o cap. 54 do livro Depois da morte, de autoria de Léon Denis, ed. FEB.






"O que existe de mais real no mundo é exatamente aquilo que não vemos"

VÁRIOS CURSO SOBRE EDUCAÇÃO