TODO MATERIAL POSTADO EM MEU BLOG É DE CONTEÚDO PESQUISADO NA INTERNET OU DE AMIGOS QUE ME ENVIAM, AO QUAL SOU SEMPRE AGRADECIDO.
POUCAS VEZES CRIEI ALGO PARA COLOCAR NO BLOG.
O MEU SENTIMENTO É O DE UM GARIMPEIRO, QUE BUSCA DIAMANTES, E QUANDO ENCONTRA NÃO CONSEGUE GUARDAR PARA SI.

06/09/2008

PARA EVITAR AS CRITICAS...

PARA EVITAR AS CRITICAS...

NÃO FAÇA NADA

NÃO DIGA NADA

NÃO SEJA NADA

HUBBARD

05/09/2008

DO LIVRO "A PRÁTICA EDUCATIVA" DE ANTONI ZABALA

Para saber quem é ANTONI ZABALA.

A PRÁTICA EDUCATIVA: UNIDADES DE ANÁLISE
Buscar a competência em seu ofício é característica de qualquer bom profissional. Zabala elabora um modelo que seria capaz de trazer subsídios para a análise da prática profissional. Como opção, utiliza-se do modelo de interpretação, que se contrapõe àquele em que o professor é um aplicador de fórmulas herdadas da tradição, fundamentando-se no pensamento prático e na capacidade reflexiva do docente.

A finalidade da escola é promover a formação integral dos alunos, segundo Zabala, que
critica as ênfases atribuídas ao aspecto cognitivo. Para ele, é na instituição escolar, através das
relações construídas a partir das experiências vividas, que se estabelecem os vínculos e as condições que definem as concepções pessoais sobre si e os demais. A partir dessa posição ideológica acerca
da finalidade da educação escolarizada, é conclamada a necessidade de uma reflexão profunda e permanente da condição de cidadania dos alunos, e da sociedade em que vivem.

Sobre os conteúdos da aprendizagem, seus significados são ampliados para além da questão
do que ensinar, encontrando sentido na indagação sobre por que ensinar. Deste modo, acabam por
envolver os objetivos educacionais, definindo suas ações no âmbito concreto do ambiente de aula.
Esses conteúdos assumem o papel de envolver todas as dimensões da pessoa, caracterizando as
seguintes tipologias de aprendizagem: factual e conceitual (o que se deve aprender?); procedimental
(o que se deve fazer?); e atitudinal (como se deve ser?).

AS SEQÜÊNCIAS DIDÁTICAS E AS SEQÜÊNCIAS DE CONTEÚDO
Certos questionamentos pareceram-nos relevantes: na seqüência há atividades que nos
permitam determinar os conhecimentos prévios?; Atividades cujos conteúdos sejam propostos de
forma significativa e funcional?; Atividades em que possamos inferir sua adequação ao nível de
desenvolvimento de cada aluno?; Atividades que representem um desafio alcançável?; Provoquem
um conflito cognitivo e promovam a atividade mental?; Sejam motivadoras em relação à
aprendizagem dos novos conteúdos?; Estimulem a auto-estima e o auto-conceito?; Ajudem o aluno a adquirir habilidades relacionadas com o aprender a aprender, sendo cada vez mais autônomo em suas aprendizagens?

O PAPEL DOS PROFESSORES E DOS ALUNOS
O autor expõe o valor das relações que se estabelecem entre os professores, os alunos e os conteúdos no processo ensino e aprendizagem. Comenta que essas se sobrepõem às seqüências didáticas, visto que o professor e os alunos possuem certo grau de participação nesse processo, diferente do ensino tradicional, caracterizado pela transmissão/recepção e reprodução de conhecimentos. Examina, dentro da concepção construtivista, a natureza dos diferentes conteúdos, o papel dos professores e dos alunos, bem como a relação entre eles no processo, colocando que o
professor necessita diversificar as estratégias, propor desafios, comparar, dirigir e estar atento à diversidade dos alunos, o que significa estabelecer uma interação direta com eles.

A ORGANIZAÇÃO SOCIAL DA CLASSE
Antoni Zabala procurou analisar as diferentes formas de organização social dos alunos
vivenciadas na escola e sua relação com o processo de aprendizagem.
Percebeu que todo tipo de organização grupal dos alunos, assim como todas as atividades a
serem programadas/desenvolvidas pela escola e a própria forma de gestão que esta emprega, devem
levar em consideração os tipos de aprendizagens que estão proporcionando a seus alunos e os
objetivos expressos pela própria escola. Desse modo, alertou para o fato de que inconscientemente a instituição escolar, ao não refletir sobre esses aspectos, pode acabar por desenvolver uma aprendizagem inversa àquilo que apregoa.

A ORGANIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS
Ele defende a organização dos conteúdos pelo método de ensino global, pois os conteúdos de aprendizagem só podem ser considerados relevantes na medida em que desenvolvam nos alunos a capacidade para compreender uma realidade que se manifesta globalmente. No tocante aos métodos globalizadores, o autor descreve as possibilidades dos centros de interesse de Decroly, os métodos de projetos de Kilpatrick, o estudo do meio, e os projetos de trabalhos globais.

OS MATERIAIS CURRICULARES E OUTROS RECURSOS DIDÁTICOS

Materiais curriculares são os instrumentos que proporcionam referências e critérios para
tomar decisões: no planejamento, na intervenção direta no processo de ensino/aprendizagem e em sua avaliação. São meios que ajudam os professores a responder aos problemas concretos que as diferentes fases dos processos de planejamento, execução e avaliação lhes apresentam.

A AVALIAÇÃO

Realiza-se uma severa crítica à forma como habitualmente é compreendida a avaliação. A
pergunta inicial “por que temos que avaliar”, necessária para que se entenda qual deve ser o objeto e
o sujeito da avaliação, demora um pouco a ser respondida. A proposta elimina a idéia da avaliação apenas do aluno como sujeito que aprende e propõe também uma avaliação de como o professor ensina. Elabora a idéia de que devemos realizar uma avaliação que seja inicial, reguladora capaz de acompanhar o progresso do ensino, final e integradora. Esta divisão é empregada como necessária para se continuar fazendo o que se faz, ou o que se deve fazer de novo, o que é mais uma justificativa para a avaliação, o por quê avaliar.


VALE A PENA LER

Da resenha http://www.ufscar.br/~defmh/spqmh/pdf/rbce.PDF

04/09/2008

O MENINO E O ARCO DA ÁRVORE DO SOL

As consequências das ações humanas, que já tem gerado tantas misérias para seres de outras espécies, podem se tornar motivo de extinção da própria espécie Humana.

A história do Menino, na verdade, fala de como tratamos, ou maltratamos, a Mãe Terra.
Baseia-se em muitas lendas indígenas da América do Norte.
A história foi contada de várias maneiras por vários contadores, iroqueses, crows, sioux, navajos. Adaptada para que todos pudessem ver a alegoria de como estamos destruindo a Terra.
Os americanos nativos gostaram da minha versão da história.
June LaGrande, contadora de histórias cherokee, viajou e contou a história para onde foi.
Depois que faleceu, seu filho, Ramon Shiloh, contou a história e ainda a conta. Ramon assessorou o desenho animado.

Professores primários da Rússia usaram a história em suas aulas.
A história foi escolhida por professores americanos para ser apresentada a professores russos.
Um livro em áudio e o Menino começou a realmente viajar pelo mundo.
Muitos professores a vêem como protesto contra o mau uso da energia nuclear.(Gerald Hausman)

PARA TUDO...O AMOR

Ninguém pode dar aquilo que não possui.
Para dar amor, você deve ter o amor.
Ninguém pode ensinar aquilo que não sabe.
Para ensinar o amor, você precisa compreendê-lo.

Ninguém pode conhecer aquilo que não estuda.
Para estudar o amor, você precisa viver o amor.

Ninguém pode apreciar aquilo que não aceita.
Para aceitar o amor, você deve torna-se receptivo a ele.

Ninguém pode ter dúvida daquilo em que deseja acreditar.
Para acreditar no amor, você deve estar convencido do amor.

Ninguém admite aquilo a que não se entrega.
Para se entregar ao amor, você deve ser vulnerável a ele.

Ninguém vive aquilo a que não de dedica.
Para se dedicar ao amor, você deve estar
sempre crescendo no Amor ...

Leo Buscaglia

03/09/2008

PENSAR


Penso noventa e nove vezes


e nada descubro;


deixo de pensar,


mergulho em profundo silêncio


- e eis que a verdade


se me revela.


Albert Einstein

01/09/2008

OS POEMAS SÃO PÁSSAROS

Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...


Mario Quintana

31/08/2008

O HORIZONTE

Certa vez um discípulo questionava seu mestre porque, segundo o seu ponto de vista, havia uma coisa na criação que não tinha nenhum sentido...
O sábio o atendeu de imediato, curioso por saber qual era a falha que havia na Criação.
- Toda criação é muito bonita, muito funcional, cada coisa tem sua razão de ser... Mas no meu ponto de vista, tem uma coisa que não serve para nada.
- E que coisa é essa que não serve para nada?
- perguntou o sábio. –
- É o horizonte.
Para que serve o horizonte?
Se eu caminho um passo em direção ao horizonte, ele se afasta um passo de mim.
Se caminho dez passos, ele se afasta outros dez passos. Se caminho quilômetros em direção ao horizonte, ele se afasta os mesmos quilômetros de mim... Isso não faz sentido!
O horizonte não serve pra nada.
O sábio olhou para o seu discípulo, sorriu e disse:
- Mas é justamente para isso que serve o horizonte...
PARA FAZÊ-LO CAMINHAR

SEMANA DA PÁTRIA

Para a Semana da Pátria ficar mais animada, que tal as crianças conhecerem além dos Hinos Cívicos,as lindas canções que enaltecem nosso Brasil.
Esta música Aquerela do Brasil, com Pato donald e Zé Carioca é um bom exemplo.




Ou com Gal Costa.


Alguns fatos interessantes

Gravada por Chico Viola em 1939, Aquarela do Brasil surgiu numa noite em que Ary Barroso não pôde sair de casa por conta de uma forte tempestade.
Compôs, na mesma noite, Aquarela e depois a belíssima Três lágrimas.
"A censura do Estado Novo vetou o verso ‘terra do samba e do pandeiro’, sob a alegação de que era ‘depreciativo’ para o Brasil.
Ary teve de ir ao DIP e defender – com toda ênfase que sabia usar nessas ocasiões – a preservação do verso. Felizmente, convenceu os censores." 1

Com Aquarela do Brasil, Ary criou o gênero "samba-exaltação", composição ufanista nos versos, de orquestração e interpretação grandiloqüentes, que marcaria boa parcela das músicas produzidas durante o Estado Novo (1937~1945).

Muito censurado na época, Ary não se incomodou com as críticas irônicas que, além da redundância de um coqueiro dar coco, o acusavam de utilizar termos pouco usuais, como "inzoneiro" (manhoso), "merencória" (melancólica), trigueiro (moreno). Ary defendeu-se, deixando a entender que estas expressões são efeitos poéticos indissolúveis da composição.

VÁRIOS CURSO SOBRE EDUCAÇÃO