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O MEU SENTIMENTO É O DE UM GARIMPEIRO, QUE BUSCA DIAMANTES, E QUANDO ENCONTRA NÃO CONSEGUE GUARDAR PARA SI.

16/07/2009

UM RAIO DE LUZ

O gabinete daquela escola de ensino médio se convertera, por alguns Momentos, em palco para uma cena constrangedora.
Um aluno de 16 anos de idade estava ali, sentado, cabeça baixa, pensamento em desalinho, aguardando a sentença final.
Os pais, desolados, olhavam em silêncio para o filho, sem saber o que dizer diante daquele momento acerbo.
Vários de seus professores já haviam dado seus depoimentos, todos desfavoráveis ao jovem rebelde.
Se o garoto fosse expulso seria um peso a menos na sua árdua obrigação de ensinar...
Se se livrassem daquele estorvo sua tarefa ficaria mais leve, talvez pensassem alguns daqueles educadores.
O silêncio enchia a pequena sala, quando chegou o último professor para dar seu parecer sobre a questão: era o professor de física.
Homem maduro, lúcido, educador por excelência, sentou-se e, antes de dizer qualquer palavra, olhou detidamente nos olhos de cada uma daquelas criaturas ali sentadas, e sentiu-se extremamente comovido diante da situação.
Como poderia ajudar a resolver a questão sem prejuízo para o seu aluno?
Afinal, para aquele nobre mestre, expulsar um aluno seria decretar a própria falência como educador.
Então, ele olhou carinhosamente para a mãe e perguntou: o que está havendo?
O que aconteceu para que a situação chegasse a esse ponto?
Tamanha era a vibração de ternura que emanava da voz suave do educador, que a mãe se sentiu amparada na sua desdita e decidiu falar.
Olhou com afeto para o filho, e, num tom de extremado carinho disse: meu filho!
O jovem, diante da pequena frase que ecoou em seu íntimo com mais força do que mil palavras de reprimenda, desatou a chorar...
Chorou e chorou, compulsivamente...
A comoção tomou conta do gabinete e as lágrimas rolaram quentes dos olhos daqueles pais sofridos, e também do professor e da diretora.
Após quase meia hora, as lágrimas foram cedendo lugar a um certo alívio, como se uma chuva de bênçãos tivesse lavado o travo de fel que pairava sobre a pequena assembléia...
Quebrando o silêncio, o garoto falou: mãe, posso lhe prometer uma coisa?
Vocês nunca mais virão à escola por motivos como este.

Um ano se passou, e a promessa que o jovem fez se cumpriu.
Um dia, o professor encontrou seu aluno no corredor da escola e lhe fez a pergunta que há muito desejava fazer: o que fez você mudar, aquele dia, no gabinete?
E o jovem respondeu, um tanto constrangido: é que minha mãe nunca havia me chamado de meu filho. Aquelas duas palavras, professor, pronunciadas pela minha mãe com uma sonoridade espiritual tão profunda, foram o suficiente para eu mudar o rumo da minha vida...

O rapaz se despediu e se foi, deixando o mestre absorto em seus pensamentos...
Em sua mente voltou a cena daquele dia distante, em que adentrou a pequena sala do gabinete...
Em suas conjecturas se perguntou sobre qual seria a situação daquele moço, se tivesse sido expulso da escola naquela oportunidade...
Pensou também na força da pequena frase: meu filho! E ficou a imaginar quão poderoso é o afeto de mãe.
E, como homem notável e admirável educador, concluiu, em seus lúcidos raciocínios: o dia que as mães quiserem, elas mudarão o mundo.

E foi assim que essa história teve um final feliz...
Um final feliz graças ao pequeno gesto de um professor...
Seu gesto foi como um raio de luz que penetrou aqueles corações com tamanha
Suavidade, que foi capaz de mudar para sempre a vida daquela família...
Pense nisso sempre que o seu parecer for solicitado diante de qualquer
situação.

15/07/2009

VIVENDO, AMANDO E APRENDENDO

Autor - Leo Buscaglia

Nikos Kazantzakis sugere que os professores ideais são os que se fazem de pontes, que convidam os alunos a atravessarem, e depois, tendo facilitado a travessia,
Desmoronam-se com prazer, encorajando-os a criarem as suas próprias pontes

Nenhum professor jamais ensinou alguma coisa a alguém. As pessoas aprendem
Por si. Se examinarmos a palavra "educador", vem do latim, educare, que significa dirigir, conduzir, guiar. É isso que quer dizer, guiar, ser entusiasmado você mesmo,
Compreender-se e apresentar o assunto aos outros e dizer: "Veja como é maravilhoso. Venha comer comigo".

McLuhan nos mostrou que, em média, as crianças têm cinco mil horas de TV antes de entrarem para o jardim de infância. Já viram pessoas morrendo, em tecnicolor. Viram desastres. Viram guerras e massacres. E depois nós as levamos à escola e procuramos interessá-las e motivá-las lendo "Ivo viu a ave"

Meus discípulos sempre sabem que li os trabalhos deles porque quando encontro alguma coisa que me comove, eles vêem marquinhas de lágrimas ali.

Acho que a pessoa afetuosa deve voltar à espontaneidade; voltar a tocar nos outros, segurar os outros, sorrir para os outros, pensar nos outros, interessar-se pelos Outros

Não consigo entender como é que as pessoas não estão simplesmente loucas para aprender, porque é a maior aventura do mundo, já que é o processo de transformação! Cada vez que aprendemos alguma coisa nova, nós nos tornamos uma coisa nova.

"O amor se aprende", e é verdade. O amor se aprende, o medo se aprende, o preconceito se aprende, o ódio se aprende, a preocupação se aprende,a responsabilidade se aprende, a dedicação se aprende, o respeito se aprende, a bondade e distinção se aprendem. Tudo isso se aprende

O modo de se conhecer alguma coisa, de verdade, é experimentá-la. E eu disse: "Se vocês quiserem conhecer uma árvore de verdade, têm que trepar nela, têm que Senti-la, sentar nos seus galhos, ouvir o vento soprando nas folhas. Aí poderão dizer que conhecem a árvore". E o menino tinha dito: "É, vou me lembrar disso, é Isso aí". E então, na hora do almoço, esse garoto viu uma árvore e trepou nela. O subdiretor passou por ele, viu-o lá, puxou-o para baixo e o suspendeu por duas semanas...

13/07/2009

O UNIVERSO MACROSCOPICO E O MICROSCOPICO

Clip de um video da IMAX.
Viagem, Cósmica, que mostra O Universo em sua grandeza e a Menor párticula Subatomica



12/07/2009

ANNE FRANK






Annelisse Maria Frank, mais conhecida como Anne Frank, (Frankfurt am Main, 122 de Junho de 1929 — Bergen-Belsen, início de Março de 1945) foi uma adolescente judia obrigada a viver escondida dos nazistas durante o Holocausto. Nasceu em Frankfurt am Main (Hesse), sendo a segunda filha de Otto Heinrich Frank (12 de maio de 1889 - 19 de agosto de 1980) e de Edith Hollander (16 de janeiro de 1900 - 6 de janeiro de 1945), uma família de patriotas alemãs que teriam participado da Primeira Guerra Mundial.

Tinha uma irmã Margot Frank (16 de fevereiro de 1926 - março de 1945). Ela e a sua família,(Edith, Margot e Otto Frank), juntamente com mais quatro pessoas,(Peter, Dussel,sr. e sra. Van Daam) viveram 25 meses, durante a Segunda Guerra Mundial, num anexo de quartos por cima do escritório do pai dela, em Amsterdão, nos Países Baixos, denominado Anexo Secreto. Enquanto vivia no Anexo Secreto, Anne escrevia em seu diário (que ganhou de aniversário), a que ela deu o nome de Kitty.Também houve alguns indicios de que o diário podia ter o nome de "Finho", ou "Assurbanipal". No diário escrevia o que sentia, pensava e o que fazia. Kitty e,logo depois Peter eram seus únicos amigos dentro do Anexo Secreto. Os longos meses de silêncio e medo aterrorizante, acabaram ao ser denunciada aos nazistas e deportada para campos de concentração nazistas.


Estatua de Anne Frank em Westerkerk, AmsterdãPrimeiro foi levada juntamente com a família para uma escola e depois para Westerbork, nos Países Baixos, antes de serem deportados para o leste da Europa. Anne Frank foi deportada inicialmente para Auschwitz, juntamente com os pais, irmã e as outras pessoas com quem se refugiava na casa de Amesterdã (hoje casa-museu). Depois levaram-na para Bergen-Belsen, juntamente com a irmã, separando-a dos pais. Em 1945, nove meses após a sua deportação, Anne Frank morre de tifo em Bergen-Belsen.

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