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23/02/2008

A COMPREENSÃO NECESSÁRIA

O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.

Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:

- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo.

Desejo tudo de ruim para ele.

Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:

- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.

O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:

- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.

O menino achou que seria uma brincadeira divertida e passou mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:

- Filho como está se sentindo agora?

- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.

O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:

- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.

O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então lhe diz ternamente:

- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você

O mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.

Cuidado com seus pensamentos, eles se transformam em palavras;

Cuidado com suas palavras, elas se transformam em ações;

Cuidado com suas ações, elas se transformam em hábitos;

Cuidado com seus hábitos, eles moldam o seu caráter;

Cuidado com seu caráter, ele controla o seu destino.

21/02/2008

O PEDIDO DE MUITAS CRIANÇAS

- Senhor, faça de mim um aparelho de TV para que meus pais me tratem como eles tratam a TV.
Para que olhem para mim com o mesmo interesse com que olham para TV, especialmente quando a minha mãe assiste a novela favorita e meu pai o seu esporte predileto.

- Eu quero falar como aqueles homens da TV, pois, quando eles falam, toda a família fica em silêncio para ouvir bem o que eles têm a dizer.

- Eu gostaria de ver a mamãe se admirar de mim como ela se admira quando vê a última moda na TV .
Eu gostaria que meu pai risse comigo como ele faz quando os artistas contam piadas na TV.

- Eu gostaria que meus pais me dessem tanta atenção quanto dão para TV.
Quando ela não funciona, imediatamente chamam alguém para cuidar dela.

- Eu gostaria de ser a TV e assim ser a melhor amiga e a pessoa mais importante para meus pais.

19/02/2008

SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS



m 1959, na tradicional e conservadora Welton Academy, freqüentada exclusivamente por rapazes, o professor John Keating (Robin Williams) emprega métodos de ensino nada ortodoxos para lecionar Literatura.


Seu lema é carpe diem, expressão em latim que significa "aproveite o dia".


E ele não mede esforços para provar aos estudantes que a preparação para a universidade não precisa ser um tormento. Pelo contrário, aprender pode ser um prazer.


Keating fala aos pupilos sobre uma confraria secreta, A Sociedade dos Poetas Mortos que dá nome ao filme e cujos membros se reuniriam para a leitura de versos e a discussão de paixões pessoais.


Ao ressuscitar esses hábitos, o professor incentiva os jovens a seguir os próprios instintos e decidir seus destinos.


Um deles, por exemplo, pretende tornar-se ator de teatro, contrariando a vontade do pai, que o quer na advocacia. Ainda que quase toda a turma goste muito das novidades implementadas pelo mestre — como assistir às aulas ao ar livre e arrancar dos livros didáticos as páginas consideradas inúteis ou prepotentes — as medidas não agradam à direção da escola, que as proíbe.


O filme contrapõe o desejo de liberdade e a alegria de viver aos rígidos códigos de conduta que regem as instituições educacionais mais arcaicas.

17/02/2008

O MUNDO DE BEAKMAN

O Mundo de Beakman foi um programa educativo de TV estrelado pelo ator norte-americano Paul Zaloom no papel do Professor Beakman.

No programa Beakman lia cartas de "telespectadores" fictícios, o que era o gancho para a realização de experiências (que ensinava como reproduzi-las em casa) e a abordagem divertida de conceitos científicos.
Ocasionalmente interpretava cientistas já falecidos, como Albert Einstein, Isaac Newton, Bernoulli, Alexander Graham Bell e Benjamin Franklin.

O Professor Beakman era acompanhado pelo seu rato de laborátorio Lester (Mark Ritts) e de assistentes como Josie, Liza e Phoebe, que mudaram ao longo da série, e por vezes alguns apresentados pelo próprio Beakman, como Art Burns, Meekman (o irmão de Beakman), O Homem Equilíbrio, Vlavaav, e o Professor Chatoff.

Muito popular por tornar a ciência divertida, a série foi transmitida no Brasil pela TV Cultura entre 1995 e 1996.

NESSE VÍDEO CLOROFILA

VÁRIOS CURSO SOBRE EDUCAÇÃO