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15/08/2009

QUESTÃO DE PREFIXO


INFELICIDADE


É QUESTÃO


DE PREFIXO.

14/08/2009

HANS CHRISTIAN ORSTED



Hans Christian Ørsted, ou Oersted, (Rudkøbing, 14 de Agosto de 1777 — Copenhaga, 9 de Março de 1851) foi um físico e químico, conhecido sobretudo por ter descoberto que as correntes elétricas podem criar campos magnéticos.
As suas descobertas moldaram a filosofia pós-Kantiana e os avanços na ciência durante o final do século XIX.
Foi também o primeiro pensador moderno a descrever explicitamente e denominar a experiência mental.


Formou-se em farmácia, doutorou-se em filosofia (1799) e, após ter realizado uma longa viagem de estudo pela Europa, foi nomeado (1804) professor de física da Universidade de Copenhagen.
Seus trabalhos incidiram principalmente sobre problemas de eletromagnetismo, tendo descoberto (1820) o efeito que tem o seu nome. Porém pesquisou com competência a compressibilidade de gases e líquidos, e foi o primeiro a decompor a alumina e mediu a compressibilidade dos sólidos (1822).
Inventou o piezômetro, aparelho que media a compressibilidade de líquidos a alta pressão, e construiu com Fourier a pilha termelétrica.
Oersted: unidade de medida de intensidade de campo magnético, criada no sistema c.g.s. eletromagnético (1932), igual ao quociente de 1.000 por 4p ampère-espira por metro, ou a um gilbert por centímetro.
Foi nomeado diretor da Escola Politécnica de Copenhagen (1829), criada por sugestão sua, e foi escolhido pela Academia de Ciências de Copenhagen para seu secretário perpétuo. Foi eleito (1842) sócio estrangeiro da Academia de Ciências de França e fundou uma associação para popularizar o saber científico que passou a premiar (1908) os físicos dinamarqueses que mais se destacam.
Professor e conferencista brilhante, despertou grande interesse popular com seus artigos, faleceu em Copenhagen.

13/08/2009

APROVEITANDO A VIVÊNCIA DO ALUNO


As características individuais dos alunos dependem de suas histórias de vida, isto é, suas reações, curiosidades, interesses, entre outras, são determinados pela vivência de cada um.
Felizmente, antes de atingir a idade escolar, as crianças naturalmente vivem situações de contar, juntar. tirar, medir, distribuir, repartir e lidam com diferentes formas geométricas (planas e espaciais); o brincar, especialmente o jogo, oferece às crianças situações de convivência com números, contagem e operações aritméticas, tanto verbais como escritas; no lar, os consumos, as contas e a culinária sao excelentes fontes matemáticas; a profissão dos pais, também; e, mais ainda, o exercício profissional das crianças que trabalham.
Assim sendo, toda criança chega à escola com um saber não só matemático, um saber vivenciado e diferente do saber elaborado ensinado pela escola.
Quanto a este, para que seja aprendido, deve se apoiar no saber vivencíado, pois sabemos que é adaptando os novos conhecimentos aos iá adquiridos que o aluno aprende.
O “aproveitar a vivência do aluno” não deve ser restringido ao início do aprendizado escolar, pois ele é válido para todo o processo de ensino.
Convém, ainda, observar que vivência não deve ser confundida com realidade, uma vez que alguns fatos, situações ou objetos podem não ser do convívio dos alunos e são realidades, como por exemplo, neve, guerra, cereja, dupuaçu, terremoto, vulcão.
Até aqui, ficou subentendido que, para aproveitar a vivência do aluno, é preciso conhecê-lo.
Isto significa saber se ele está em condições de aprender, isto é, conhecer seu estágio de desenvolvimento fisico, e cognitivo, psicológico e social, o que nos remete a auscultar o aluno.
Na prática pedagógica, conhecer o aluno pode evitar dois graves e comuns erros didáticos, que são: o indevido ensino de um determinado assunto, por este exigir condições acima das possibilidades dos alunos; e o adiamento do ensino de algum assunto, por julgá-lo definitivamente acima do nível de compreensão dos alunos.
Na prática pedagógica, aproveitar a vivência do aluno pode também se referir a aproveitar o conhecimento de um aluno para auxiliar outro, pois, às vezes, quando um não consegue fazer um exercício, resolver um problema, responder a uma pergunta, entender algo que o professor disse, basta uma palavra ou frase de um colega para que tudo se torne fácil.
Acreditando na importância de seguir o curso natural das coisas, não podemos nos esquecer de que todo ensino deve partir de onde o aluno está.
( LOERNZATO, Sérgio.Para Aprender Matemática,Campinas,SP:Autores Associados,2006)

12/08/2009

CHUVA DE METEOROS



Nesta quarta, 12 de agosto, acontecerá um fenômeno importante no céu.
É a chuva de meteoros perseídeas.
Conhecido popularmente como "estrêlas cadentes"

Será possível ver uma chuva de meteoros na constelação de Perseus, por isso o nome de Perseídea.

Os meteoros são fragmentos do cometa Swift-Tutlle, quando a Terra cruza este rastro deixado no espaço ocorre a chamada chuva de meteoros.

A Terra irá cruzar o rastro dos perseídeas de 23 de julho a 22 de agosto, sendo que o pico de meteoros que irão atingir a atmosfera terrestre será no dia 12 de agosto, será uma taxa de 80 meteoros por hora.


Para quem quizer ver o que poderá acontecer no céu hoje, o vídeo mostra e explica como foi o chuva de meteóros perseídas que aconteceu em 2007






O SIGNIFICADO DE VENCER

Todos nós sentimos medo de vez em quando, isso é normal. “Sinta medo, mas faça o que deve ser feito”, diz o ditado.
É isso mesmo.
Uma maneira de superar esse medo é manter este pensamento sempre no fundo da mente: vencer não é nada mais do que se levantar a cada queda!
Deveríamos nos preocupar menos com a queda e mais com as chances que perdemos quando nem sequer tentamos.
Afinal, muitas pessoas que entraram para a história da humanidade e são admiradas no mundo inteiro também falharam várias vezes.
Quer exemplos? Então vamos lá:

- Albert Einstein não falava até os 4 anos de idade;

- o professor de música de Beethoven afirmou que como compositor ele era um caso perdido;

- Louis Pasteur foi considerado medíocre em química;

- Michael Jordan foi cortado do time de basquete quando estava no segundo ano do colégio!


Quer mais? então vamos citar eventos da vida de um homem que falhou muitas vezes, mas que continuou voltando a lutar.
Veja se você consegue reconhecer de quem se trata.
Ele:

- faliu nos negócios aos 22 anos; não se elegeu para a legislatura do Estado aos 23; faliu mais uma vez nos negócios aos 25; perdeu a mulher amada aos 26; não se elegeu para o cargo de orador aos 29; não se elegeu para o Congresso aos 34; foi eleito para o Congresso aos 37; perdeu a reeleição aos 39; não se elegeu para o Senado aos 46 e aos 49….


Esse homem foi ninguém menos do que Abraham Lincoln – eleito presidente dos Estados Unidos aos 51 anos de idade.
Ele se levantou após cada queda e finalmente alcançou seu destino, ganhando o respeito e a admiração das pessoas e das nações.


(texto de Sean Covey, do livro “Os 7 hábitos dos adolescente altamente eficazes”)

11/08/2009

ENTRE ASPAS

José Pacheco Mestre em Ciências da Educação pela Universidade do Porto, foi professor da Escola da Ponte.
Foi também docente na Escola Superior de Educação do IPP e membro do Conselho Nacional de Educação


Você recorre demasiado a metáforas e também exagera nas aspas! Deve pôr mais notas nos seus textos, citar autores, indicar bibliografia. Deve procurar ser menos metafórico.

Assenti: É bem verdade que o faço. E, sem querer ser mordaz, esclareci que o artifício funciona como uma espécie de proteção. Quem escreve sobre Educação numa linguagem limpa, sem aspas, arrisca-se a acabar os seus dias no divã do psiquiatra.

Por isso, com o objectivo de escapar ao linguarejar 'objetivo', reincido no uso excessivo das aspas. Ofereço-vos um arremedo de 'taxinomia' dos professores que passaram pela Escola da Ponte, nos últimos trinta anos, e uma sugestão de 'trabalho para casa'.

Na Ponte, como em outras escolas, há professores que tomaram consciência da obsolescência da escola 'tradicional' e os que 'nunca perderam tempo a pensar nisso'.

Os primeiros dividem-se em dois tipos: os que tentam melhorar a sua prática, e estes são os 'bem-intencionados'; e os que se fazem desentendidos, que sabem que devem mudar mas não mudam, e estes são os 'cínicos' (nesta tipologia, quase dispensaria as aspas, mas mantê-las-ei só para arreliar os críticos).

Os 'bem-intencionados' subdividem-se entre 'praticistas', 'modistas' e 'inovadores'.

Os 'praticistas' crêem que, para melhorar o seu desempenho, basta o 'jeitinho' e a 'experiência acumulada'. Por sua vez, estes poderão ser divididos em dois sub-tipos: os que conseguem efeitos inconsequentes, que pouco ou nada mudam no essencial - os 'imediatistas artesanais'; e os que desistem de modificar a sua prática, porque 'já não estão em idade para se meterem em aventuras' - os 'desistentes crónicos'.

Os 'modistas' copiam 'modas pedagógicas', enfeitam o 'tradicional' com modernos artefatos, criam a aparência de novo, são uma espécie de 'construtivistas não-praticantes'. Subdividem-se em duas espécies: os 'travestis pedagógicos', que se mantêm na segurança do ensino transmissivo oculto sob o manto diáfano de um cenário de modernidade; e os 'militantes sazonais', que mudam de moda em conformidade com a que estiver mais 'in', com a justificação de que o que tinham tentado fazer não resultaria 'porque nem na Europa resultou'...

Os inovadores são uma espécie rara.
Poderemos considerá-la mesmo em vias de extinção.
Dividem-se entre 'neutralizáveis'e 'resilientes'.

Os 'neutralizáveis' são os alvos preferidos dos 'porquenãos'[1], que lhes destroem os projetos e, não raras vezes, a saúde mental. Os 'neutralizáveis' são dignos de alinhar ao lado de um Ferrer fuzilado, ou de uma Louise deportada, numa 'martiriologia' cujo rol só não se alonga, porque longe vai o tempo da inquisição que imolou Giordano e assustou Galileu.

Os 'resilientes' lograram encontrar uma 'gramática da sobrevivência dos projetos', que lhes permitiu escapar à sanha dos 'porquenãos' e ludibriar o sistema.

Coloquei 33 palavras e expressões entre aspas., sem pretender figurar no Livro de recordes do Guiness. Proponho que os leitores ponham ciência no lugar da metáfora, e um discurso limpo no lugar das aspas.
A terminologia que utilizei carece de uma melhor definição de conceitos, por exemplo, com recurso aos 'ideais-tipo weberianos'. Será tarefa para alguém mais entendido que eu, que não passo de um 'inovador resiliente' (aposentado) e mero 'aprendiz de utopias' (e com estas aspas já vou em 36!...).

DIA DO ESTUDANTE

No dia 11 de agosto de 1827, D. Pedro I instituiu no Brasil os dois primeiros cursos de ciências jurídicas e sociais do país: um em São Paulo e o outro em Olinda, este último mais tarde transferido para Recife.
Até então, todos os interessados em entender melhor o universo das leis tinham de ir a Coimbra, em Portugal, que abrigava a faculdade mais próxima.

Na capital paulista, o curso acabou sendo acolhido pelo Convento São Francisco, um edifício de taipa construído por volta do século XVII.
As primeiras turmas formadas continham apenas 40 alunos.
De lá para cá, nove Presidentes da República e outros inúmeros escritores, poetas e artistas já passaram pela escola do Largo São Francisco, incorporada à USP em 1934.

Cem anos após sua criação dos cursos de direito, Celso Gand Ley propôs que a data fosse escolhida para homenagear todos os estudantes.
Foi assim que nasceu o Dia do Estudante, em 1927.




Oração do estudante



Senhor, eu sou estudante, e por sinal, inteligente.
Prova isto o fato de eu estar aqui, conversando com você.
Obrigado pelo dom da inteligência e pela possibilidade de estudar.
Mas, como você sabe, Cristo, a vida de estudante nem sempre é fácil.
A rotina cansa e o aprender exige uma série de renúncias: o meu cinema, o meu jogo preferido, os meus passeios, e também alguns programas de TV .
Eu sei que preparo hoje o meu amanhã.
Por isso lhe peço, Senhor, ajuda-me a ser bom estudante.
Dê-me coragem e entusiasmo para recomeçar a cada dia.
Abençoe a mim, a minha turma e os meus professores.
Amém.

10/08/2009

A PACIÊNCIA QUE NOS FALTA




vejam que cenas lindas de um cão labrador e seu amiguinho nas brincadeiras...
Não é para menos que entre os animais, o cão é o melhor exemplo de fidelidade, convivência e amizade.
E representa uma paciência, mostra ter de sobra, quando muitas vezes nos falta...
Eu diria que nós mesmos não dedicamos esse tempo aos que amamos...

Aquela que mora em mim comentou:
" É uma relação terna, de carinho, de quem estava participando da brincadeira, por isso mesmo é brincadeira.
"Brincar é chamar o outro para ser feliz".
Quantos pais mão tem TEMPO para isso.

09/08/2009

ESTAMOS POLUINDO O MAR

Pesquisadores mostram que animais têm se alimentado de plástico.
Correntes marítimas levam lixo da costa para o mar aberto.
No maior oceano do planeta, uma sopa intragável, mistura de plástico, plâncton, lixo e alimento bóia a 1,6 mil quilômetros da costa entre a Califórnia e o Havaí.
Não se sabe exatamente seu tamanho, mas estimativas indicam que o lixão maritmo do Oceano Pacífico teria área maior que a soma dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás.
A poluição alcança um ambiente em que seres humanos raramente estão presentes, pela pouca quantidade de ilhas.
O lixo cria anomalias, como a tartaruga que cresceu com um anel de plástico em volta do casco e mata os moradores do mar.

VÁRIOS CURSO SOBRE EDUCAÇÃO