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O MEU SENTIMENTO É O DE UM GARIMPEIRO, QUE BUSCA DIAMANTES, E QUANDO ENCONTRA NÃO CONSEGUE GUARDAR PARA SI.

14/02/2009

A PEDAGOGIA DE JESUS - PARTE 7

7. A AVALIAÇÃO COMO INSTRUMENTO DE CRESCIMENTO:

Toda proposta pedagógica traz em seu interior uma visão do papel da avaliação.
Já vimos anteriormente no item sobre princípios da aprendizagem, que Jesus situou a necessidade da vivência, do testemunho como critério da aprendizagem.

Como modelo de educador, o Cristo usou a avaliação de modo correto, sem se preocupar com “Classificações” ou “rótulos” para atribuir aos seus aprendizes.
Sua postura no campo da avaliação remete para dois ângulos: o diagnóstico e a auto-avaliação como formas de auxiliar o discípulo a encontrar o seu roteiro de libertação, seus “motivos” interiores para crescer.

Diante de Maria de Magdala, de Zaqueu, dos impulsos de Pedro, nas disputas de privilégios por parte dos seus seguidores de perto, Jesus os estimulava a refletir usando os parâmetros da Boa Nova e seus objetivos para que, dessa forma, os aprendizes se voltassem sobre si próprios, suas condições e necessidades.
A negação de Pedro, o encontro com Paulo na estrada de Damasco são dois dos momentos mais dramáticos das avaliações feitas pelo Mestre.

8. RELAÇÃO MESTRE-DISCÍPULO:

Jesus é o Mestre convicto de sua tarefa educativa, de sua missão libertadora. Posiciona-se frente aos discípulos com condutor, como pastor, como polia.
Porém, a base de sua relação afetiva com os discípulos encontramos no sentimento de amizade, como revelam essas suas palavras:

“Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor, mas tenho vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer.” (Jo. 15:15).

Igualmente significativa é a preocupação do Cristo com a harmonização de todos em torno de um foco comum: Deus e o atendimento à lei divina: “(Rogo)... a fim de que todos sejam um; como és Tu, ó Pai, em mim e eu em Ti, também serão eles em nós...” (Jo. 17:21).

13/02/2009

SE EU FOSSE VOCÊ


Um bom filme para alegrar o seu final de semana


Se eu fosse você é um filme brasileiro de 2006, do gênero comédia romântica, dirigido por Daniel Filho.


Cláudio é um publicitário bem sucedido, dono de sua própria agência, que é casado com Helena, uma professora de música que cuida de um coral infantil.
Acostumados com a rotina do dia-a-dia e do casamento de tantos anos, eles têm uma discussão.
Um dia eles têm uma briga maior do que o normal, que faz com que algo inexplicável aconteça: eles trocam de corpos.
Apavorados, Cláudio e Helena tentam aparentar normalidade até que consigam reverter a situação.
Porém para tanto eles terão que assumir por completo a vida do outro.



NUNCA TE ESQUECI

Educador é movido pelo amor.
A Alma de Educador, também é por natureza Alma romântica.
Mostre para o seu amor.

Roberto Carlos

Nunca te esqueci e não sei fingir
E dentro do peito coração diz que te amo
Nunca mais voltei, não te procurei
E no meu silêncio só eu sei quanto eu te chamo
Nada se apagou
A saudade não deixou
É difícil esquecer
Mesmo longe de você

Não sei se em sua vida há lugar pra mim
Um sonho, um pensamento, alguma coisa assim
Mas eu ainda te quero em minha vida
Não existe despedida quando a gente quer ficar

Talvez sejam delírios do meu coração
Quem sabe essa saudade, essa solidão
Mas eu ainda te amo, ainda te quero
Por você ainda espero e só penso em voltar

Nada se apagou
A saudade não deixou
É difícil esquecer
Mesmo longe de você

Não sei se em sua vida há lugar pra mim
Um sonho, um pensamento, alguma coisa assim
Mas eu ainda te quero em minha vida
Não existe despedida quando a gente quer ficar

Talvez sejam delírios do meu coração
Quem sabe essa saudade, essa solidão
Mas eu ainda te amo, ainda te quero
Por você ainda espero e só penso em voltar

PRIMEIRA EDUCADORA




A BONDADE
DIVINA


FAZ ECO


NO AMOR DE MÃE.
André Luis

A PEDAGOGIA DE JESUS - PARTE 6

6. CONTEÚDO DA REVELAÇÃO CRÍSTICA:

Não nos será possível nesse espaço, aprofundar a questão do conteúdo da revelação crística.
Necessário, porém, se torna, situar as grandes linhas do Seu pensamento revelador que o caracterizará como um grande revolucionário para as autoridades de seu tempo e o maior reformista sócio-moral que o mundo conheceu, pela força de Sua palavra alicerçada no Seu exemplo.

1. A nova visão de Deus e, conseqüentemente, do culto religioso, da fraternidade com base na paternidade divina;

2. Esclarecimento em torno do real significado da imortalidade da alma até então pouco compreendida pelos judeus;

3. A conceituação “revolucionária” em torno das virtudes sócio-morais: paciência e perdão ao invés de vingança; humildade ao contrário do orgulho; abnegação no lugar da exploração; a indulgência ao invés do ódio, dentre outras;

4. O redimensionamento do valor da criança e da mulher;

5. A valorização da pessoa como criatura divina independente de sua condição de raça, credo, ou posição social;

6. A inversão da pirâmide social: os doentes e pobres é que são os bem aventurados;

7. O Reino de Deus deve ser construído na Terra a partir da ação solidária entre os homens.

Esses e outros conteúdos, depreende-se, causaram e causam até hoje, espanto para muitos.

A mensagem do Evangelho permanece ainda esquecida, quando não, deturpada pelos interesses egoísticos que nos mantém aprisionados nos equívocos diante da Lei Divina, requisitando mais esforços de aprendizagem de todos nós.

“Se alguém quer vir após mim, negue a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.” (Lc. 9:23).

“Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” (Jo. 14:6).

“Não é o que entra pela boca do homem que o macula, mas o que por ela sai.” (Mt. 15:11).

“Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor, mas tenho vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer.” (Jo. 15:15).

12/02/2009

DARWIN - 200 ANOS

Charles Robert Darwin (Shrewsbury, 12 de Fevereiro de 1809 — Downe, Kent, 19 de Abril de 1882) foi um naturalista britânico que alcançou fama ao convencer a comunidade científica da ocorrência da evolução e propor uma teoria para explicar como ela se dá por meio da seleção natural e sexual.

Esta teoria se desenvolveu no que é agora considerado o paradigma central para explicação de diversos fenômenos na Biologia.Foi laureado com a medalha Wollaston concedida pela Sociedade Geológica de Londres, em 1859.
Darwin começou a se interessar por história natural na universidade enquanto era estudante de Medicina e, depois, Teologia.

A sua viagem de cinco anos a bordo do Beagle e escritos posteriores trouxeram-lhe reconhecimento como geólogo e fama como escritor. Suas observações da natureza levaram-no ao estudo da diversificação das espécies e, em 1838, ao desenvolvimento da teoria da Seleção Natural. Consciente de que outros antes dele tinham sido severamente punidos por sugerir idéias como aquela, ele as confiou apenas a amigos próximos e continuou a sua pesquisa tentando antecipar possíveis objeções. Contudo, a informação de que Alfred Russel Wallace tinha desenvolvido uma idéia similar forçou a publicação conjunta das suas teorias em 1858.

Em seu livro de 1859, "A Origem das Espécies" (do original, em inglês, On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or The Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life), ele introduziu a idéia de evolução a partir de um ancestral comum, por meio de seleção natural.[1] Esta se tornou a explicação científica dominante para a diversidade de espécies na natureza. Ele ingressou na Royal Society e continuou a sua pesquisa, escrevendo uma série de livros sobre plantas e animais, incluindo a espécie humana, notavelmente "A descendência do Homem e Seleção em relação ao Sexo" (The Descent of Man, and Selection in Relation to Sex, 1871) e "A Expressão da Emoção em Homens e Animais"

Em reconhecimento à importância do seu trabalho, Darwin foi enterrado na Abadia de Westminster, próximo a Charles Lyell, William Herschel e Isaac Newton.

Foi uma das cinco pessoas não ligadas à família real inglesa a ter um funeral de Estado no século XIX

A PEDAGOGIA DE JESUS - PARTE 5

5. FINS E OBJETIVOS GERAIS:

Acima, já podemos identificar qual o fim da educação para Jesus que tão bem o enunciou no Sermão do Monte: “Sede, pois, vós outros, perfeitos como perfeito é o vosso Pai celestial.” (Mt. 5:48).

Perfectibilidade, crescimento, desenvolvimento, evolução, aprimoramento, transformação para o bem, harmonia com as leis divinas, eis o fim a que toda educação, verdadeiramente inspirada pelos postulados cristãos, deve buscar.

Qual deve ser, portanto, a essência dessa perfectibilidade? A que dirá respeito? É o próprio Mestre quem estabelecerá os dois grandes objetivos gerais que devem canalizar nossos esforços para alcançar a perfeição a que estamos destinados: “Conhecereis a verdade e ela vos libertará.” Jesus (Jo. 8:32); “Amai-vos uns aos outros como vos tenho amado.” Jesus (Jo. 14:34).

Razão e sentimento, inteligência e emoção, sabedoria e amor eis os grandes objetivos a colimar na experiência terrestre com vistas a alcançar a compreensão e vivência da lei divina ou natural, o que equivale dizer: o alcance da felicidade que todo ser humano busca.

O grande problema para nós criaturas encarnadas, ainda tão limitadas em nossas condições espirituais, é justamente atingir a esses objetivos de longo alcance que muitas vezes se nos apresentam por demais distantes, fora até de nossas possibilidades.
Ciente dessa nossa condição, Jesus nos apontou e demonstrou objetivos mais específicos, mais próximos ao campo de nossa experiência cotidiana, aproveitando todos os instantes possíveis para torná-los “visíveis”, como uma espécie de “roteiros” para se alcançar os objetivos gerais. Poderíamos até chamá-los de objetivos operacionais tal o seu grau de especificação: “...todo aquele que se irar contra seu irmão será seu réu no juízo...” (Mt. 5:22); “Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não...” (Mt.5:37); “Amai os vosso inimigos e orai pelo que vos perseguem ..” (Mt. 5:44).

LETRA BASTÃO X LETRA CURSIVA

Janaína Albani Dias e Renata Brogni da Silva
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Com o passar dos tempos torna-se cada vez mais importante a crescente preocupação com relação à alfabetização. Governo, educadores, escolas e pais unem-se para que cada vez mais, tenhamos crianças bem alfabetizadas, formadas e tornando-se, futuramente, cidadãos críticos e profissionais qualificados.
A atenção com as classes de alfabetização é um dos pontos mais relevantes e considerados pela educação atual, pois é a base para toda a vida escolar do ser humano.
É também nestas classes que os alunos tomam “gosto” pelo estudo. Desta forma, se a atividade escolar não for prazerosa, motivadora e se os professores não tornarem a educação, em especial a alfabetização, uma prática agradável, as chances dos alunos desanimarem e desapontarem-se é bastante grande.
A real preocupação com a alfabetização surgiu com o renascimento (século XV e XVI), uma vez que eram publicados livros para um público bem maior e a leitura deixou de ser coletiva e passou mais individual.
Como conseqüência da preocupação com a alfabetização surgem as primeiras “cartilhas”, com o objetivo único de dar ênfase a leitura.
Depois de 1950 a cartilha passou por uma grande transformação, objetivando, a partir de então, a escrita dos alunos.
Atualmente, a prática escolar adotada, ainda baseia-se na cartilha tradicional.
Porém, conforme afirma cagliari (1999, p. 31):

“O processo de alfabetização pode ser diferente do método das cartilhas, procurando equilibrar o processo de ensino com o de aprendizagem, apostando na capacidade de todos os alunos para aprender a ler e escrever no primeiro ano escolar e desejando que essa habilidade se desenvolva nas séries seguintes, até chegar ao amadurecimento esperado pela escola”.

A escola, nos últimos anos, foi bastante surpreendida pelas inovações dos campos da ciência e da tecnologia.
Com esses avanços, muitas teorias acerca da aprendizagem e do desenvolvimento cognitivo, da leitura, da escrita e da alfabetização foram sendo complementadas, discutidas e reconstruídas necessitando trazer consigo reformulações dos métodos educacionais.
Pensando nessas mudanças, questionamos: será que além de todas as dificuldades que os alunos já enfrentam no processo de alfabetização, eles têm a necessidade de aprender a ler e escrever a letra cursiva, cuja sua utilização nos tempos atuais encontra-se quase que exclusivamente na escola?
Pois não a encontramos em nenhum outro lugar no contexto social?
Porque a maioria dos professores continuam trabalhando com a letra cursiva, exigindo esta aprendizagem, muitas vezes como critério de aprovação?
Em função desta contradição (aprendizagem em letra cursiva X contexto social em letra bastão), identificamos a necessidade de uma pesquisa aprofundada, já que na literatura atual não há quase nada que se refira diretamente a este assunto.
Gostaríamos de salientar a relevância deste artigo, para a educação, pois verificamos, ser este um assunto bastante polêmico entre professores.
Assim, esperamos que contribua e auxilie os professores alfabetizadores para que melhor desempenhem seu trabalho.
Considerada uma questão bastante complicada e duvidosa, muitos professores não sabem que tipo de letra utilizar para alfabetizar de forma mais eficaz:, bastão ou cursiva? Veja, um quadro descritivo das características das letras cursivas e bastão.



Como o objetivo da escola deve ser o de preparar cidadãos críticos capaz de transformar a realidade para melhor, a proposta de alfabetização deve naturalmente adequar-se às exigências da realidade atual.
Realidade esta, em que a letra bastão esta presente em todos os momentos da vida de uma criança: em livros, televisão, revista, jornais, embalagens, rótulos, no teclado do computador.
Ficando a escola como um dos únicos espaços sociais em que privilegia a escrita com letra cursiva.
Muitos educadores dedicam parte do seu tempo treinando o alfabeto manuscrito com seus alunos, apesar de viverem num mundo onde a letra de forma é dominante. 
Desta forma, percebe-se uma grande perda de tempo e esforço por parte dos alunos e professores que tentam insistentemente a grafia da letra cursiva.
Tempo este que poderia e deveria ser melhor aproveitado, com atividades desafiadoras com objetivos reais para o crescimento de seus alunos.
Percebe-se então, a dificuldade com que se defrontam estas crianças, que recém aprendendo a ler e escrever depara-se com obstáculos criados e na maioria das vezes impostos pela própria escola, que na maioria das vezes obrigam seus alunos a utilizar a letra cursiva, sendo em muitos casos um inibidor de avanços e aprendizagens, podendo trazer conseqüências bastante sérias e graves, como, por exemplo, o fracasso escolar.
Segundo ferreiro, (apud nova escola, 1996, p. 11) começar a alfabetização com letra bastão é uma tentativa de respeitar a seqüência do desenvolvimento visual e motor da criança.
No entanto, em vez dos professores despenderem a energia de seus alunos no aprendizado da letra cursiva, poderia utilizá-la para outras atividades mais importantes e necessárias para a vida dos alunos, como por exemplo: leituras, jogos, brincadeiras, músicas, etc. convictas de que as classes de alfabetização são a base para a vida escolar do aluno.
Assim, esta deve ser uma etapa encantadora e estimulante para que a criança siga com entusiasmo sua vida escolar com motivação e determinação.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS:
ADRIANA, Vera e Silva. Bastão X Cursiva, os prós e os contras de cada letra na alfabetização. São Paulo: Ed. Abril, n. 99, XI, p. 8-16, dez 1996.
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização sem o ba, be, bi, bo, bu. Pensamento e ação no magistério. São Paulo: Editora Scipione, 1999.
Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais: Introdução aos Parâmetros curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF.1997
Revista Nova escola: Entrevista realizada com Emilia Ferreiro: 1996. p. 11

11/02/2009

BEE GESS

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A PEDAGOGIA DE JESUS - PARTE 4

Sandra Borba Pereira

4. A LINGUAGEM DIDÁTICA DO CRISTO:

O próprio Jesus asseverou: “A boca fala do que o coração está cheio” (Mt. 12:34). Mais uma vez identificamos a excelência espiritual do Messias que, como ninguém até hoje, soube, tão bem utilizar a capacidade de expressão e comunicação a serviço da aprendizagem dos ouvintes.

A linguagem de Jesus não é erudita, nem cheia de simbolismos inatingíveis.
É cheia de lirismo e poesia, de símbolos e imagens, mas também de objetividade, clareza e logicidade.

Destacamos na linguagem didática de Jesus dois extraordinários aspectos: o uso de contrastes e de expressões incisivas.
No que se refere ao primeiro aspecto, observemos alguns dos exemplos dos relatos evangélicos e encontraremos farto material para nossas reflexões:

“Quem acha sua vida, perdê-la-á; quem, todavia, perder a vida por minha causa, acha-la-á.” (Mt. 10:39).

“Pois ao que tem se lhe dará; e ao que não tem, até o que tem lhe será tirado.” (Mc. 4:25).

“Pois quem não é contra nós é por nós”. (Mc. 9:40).

“Porque aquele dentre vós que for o menor de todos, esse é que é grande.” (Lc. 9:48).

“Pois todo o que se exalta será humilhado; e o que se humilha será exaltado.” (Lc. 14:11).

“Não junteis tesouro sobre a Terra (...) mas ajuntai para vós outros tesouros do céu...” (Mt. 6:19-20).

As expressões incisivas, por sua vez, possibilitavam de um lado a síntese de fácil assimilação e, de outro, a sensibilização do ouvinte. Recordemos máximas como estas:

“Porque onde está o teu tesouro, aí também estará o teu coração.” (Mt. 6:2-10).

“Bem aventurados os que choram, pois que serão consolados”. (Mt.5:4).

Igualmente contabilizados perante a Justiça Divina: “Em verdade vos afirmo que sempre que o fizeste a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.” (Mt. 25:40).

A construção da felicidade na vida eterna, pois inicia-se na construção do reino de Deus, na vida terrena, através do cumprimento da lei de amor, justiça e caridade: “Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos”. (Mt. 19:17).

10/02/2009

NO CÉU, HOJE TEM PASTEL


Hoje eu plantei um ipê para uma pessoa muito especial que partiu há algum tempo.
Como são as coincidências da VIDA, estava chovendo e algo me impulsionava, empurrava para ir plantar na chuva mesmo o ipê.
Estou aprendendo com o tempo...quem pensa minutos não tem paciência em plantar uma arvore...
E elas demoram pra crescer...sem pressa...Talves eu não as veja nessa VIDA florescer...
O ipê floresce no silencio do tempo...
Arvore certa para o homem certo, um homem de silencio
Característica desse homem que hoje homenageei...
Dá para acreditar, que esse homem nunca perdeu um dia de trabalho em toda a sua VIDA.
Chovendo, ou mesmo adoentado... Estava ele lá no ponto de ônibus, esperando, uma hora antes.
Como para cada arvore que eu plantar vou colocar o nome, este terá o nome de JOSÉ, e a sua virtude, TRABALHO.
Agora à noite fico sabendo que era aniversário dele.
Vou encomendar um pastel.
Assim era a festa no dia de seu aniversário.
A gente comia pastel.
No céu hoje, também tem pastel.

A PEDAGOGIA DE JESUS - PARTE 3

Sandra Borba Pereira

3. OS RECURSOS DIDÁTICOS UTILIZADOS POR JESUS:

Mais uma vez podemos identificar a atualidade da pedagogia de Jesus ao identificarmos toda Sua sabedoria no uso dos recursos didáticos que estavam disseminados no seu ambiente de atuação.
Ele próprio, sem dúvida alguma, era o melhor recurso de ensino, o que demonstram os evangelistas ao afirmarem que o Senhor estava sempre a braços com as multidões que O buscavam sequiosas de Sua palavra e Sua ação curadora e libertadora.

O que mais nos chama a atenção nesse item é o fato de o Mestre ser um verdadeiro “repórter” de sua época, nos informando dos costumes , modos de vida tão bem usados como recursos para seus ensinos.
Exemplos disso encontramos nas suas falas em que se reporta, dentre outras coisas, aos odres e vinhos, o hábito considerado sagrado de lavar as mãos antes das refeições, o caso do sábado, a comemoração da páscoa judaica, o lava –pés, as atividades econômicas (a pesca, o cultivo da vinha, o investimento dos talentos, etc), as questões das tradições , as exigências da lei antiga, dentre outras.

São também as reálias, objetos concretos, largamente utilizados pelo Senhor; a moeda de César, o pão, os peixes, a figueira, a espada, o sal, a candeia, a ovelha, o Templo, a dracma para citar alguns.

Outro valioso recurso de que Jesus lançou mão é o próprio aprendiz ou personagens da multidão como revelam os ensinos pronunciados em torno das crianças, do moço rico, dos irmãos João e Tiago cuja mãe solicitava privilégios, a mulher samaritana, o centurião que tinha fé, o cego Bartimeu, a mulher hemorroíssa.

09/02/2009

ORAI E VIGIAI

Oração é o nome que se dá a esta canção para invocar a alegria.
Gosto de ler orações.
Orações e poemas são a mesma coisa: palavras que se pronunciam a partir do silêncio, pedindo que o silêncio nos fale.
A se acreditar em Ricardo Reis, é no silêncio que existe no intervalo das palavras que se ouve a voz de “um Ser qualquer, alheio a nós“, que nos fala.
O nome do Ser?
Não importa.
Todos os nomes são metáforas para o Grande Mistério inominável que nos envolve. Gosto de ler orações porque elas dizem as palavras que eu gostaria de ter dito mas não consegui.
As orações põem música no meu silêncio.

HORA SE SILENCIAR

Nas minhas preces
Deus tem colocado música
e ALMA
no meu silêncio.

A PEDAGOGIA DE JESUS - PARTE 2

Sandra Borba Pereira

2. MÉTODOS E PROCEDIMENTOS:

Com base nesses princípios de aprendizagem, a prática pedagógica crística flui com tal dinamismo que nos parece, hoje, atualíssima, em se tratando especialmente das conquistas mais recentes no campo da psicologia cognitiva e da aprendizagem do desenvolvimento moral, etc.

Jesus preocupou-se com uma aprendizagem significativa e, por isso mesmo, buscou métodos de ensino baseados na assimilação ativa dos conteúdos que veio revelar, utilizando-se, para isso, de inúmeras técnicas dinamizadoras.
Seguem abaixo alguns exemplos:

1. Preleções: Sermões, Ex: O Sermão do Monte (Mt. 5).

2. Explicações: No caso da parábola do semeador (MT. 13:23)

3. Narrativas: Nas incontáveis parábolas . Ex: Do Joio e do Trigo (Mt. 13:24-30).

4. Ilustração: “Olhai os lírios dos campos...” (Lc. 12:27).

5. Conversação Didática: EX: Diálogo de Jesus com a mulher samaritana. (Jo. 4:6).

6. Observação: No caso do óbolo da viúva. (Lc. 21:1).

7. Perguntas: “Que é o que está escrito na lei? Como interpretas?”(Lc. 10:26).

8. Debate: sobre quem é ele, Jesus:”Que diz o povo ser o filho do homem? (Mt. 16:13)

9. Exemplificação: “Mulher ninguém te condenou? Eu também não te condeno.” (Jo. 8:11).

08/02/2009

P.S. EU TE AMO


Uma mulher fica arrasada quando seu marido morre devido a uma doença.
Mas o que ela não sabia era que ele tinha preparado diversas cartas, no sentido de guiá-la após sua morte.

Chorei...
também...
sou manhoso mesmo...
Lindo filme, muito mais gostoso se for assistido a dois...



Veja o trailer

TINHA PAIXÃO?

Li em algum lugar que na antiga Grécia não se escrevia sobre as lápides daquele que partia.
Quando alguém morria perguntava-se apenas:
tinha paixão?


Se meus queridos partirem antes de mim, antes de falar as tolices que todos dizem quero saber, quais as suas qualidades da sua paixão:
se tinha paixão pelos caminhos da Alma,
música,
Poesia...
o que lia,
quais seus caminhos...
Quais os dizeres de suas palavras...
Quais suas paixões...
E claro, vou lhe plantar uma àrvore...


E quando eu for, que perguntem entre sí.
Quais suas paixões?
paixão pela paixão,
tinha?
Autor desconhecido

O QUE É ALMA

O que é a alma?
Alma são as paisagens que existem dentro do nosso corpo.
Nosso corpo é urna fronteira entre as paisagens de fora e as paisagens de dentro.
E elas são diferentes “O homem tem dois olhos“, disse o místico medieval Angelus Silésius.
“Com um ele vê as coisas que passam no tempo.
Com o outro ele vê o que é eterno e divino.“
Em algum lugar escondido das paisagens da alma se encontram as fontes da alegria - perdidas. Perdidas as fontes da alegria as paisagens da alma se apagam, o corpo fica como uma casa vazia.
E quando a casa está vazia, vai-se a alegria.
E as paisagens de fora ficam feias (a despeito de serem belas).

O mundo de fora é um mercado onde pássaros engaiolados são vendidos e comprados.
As pessoas pensam que, se comprarem o pássaro certo, terão alegria.
Mas pássaros engaiolados, por mais belos que sejam, não podem dar alegria.
Na alma não há gaiolas.

A alegria é um pássaro que só vem quando quer.
Ela é livre.
O máximo que podemos fazer é quebrar todas as gaiolas e cantar uma canção de amor, na esperança de que ela nos ouça.

A PEDAGOGIA DE JESUS - PARTE 1

(Sandra Borba Pereira)

1. PRINCÍPIOS DE APRENDIZAGEM:

Enquanto Mestre por excelência Jesus adotou uma postura por demais inovadora no que diz respeito à aprendizagem e aos métodos e procedimentos de ensino que possibilitam a construção dela.
Afastou-se da verbosidade, do formalismo, da memorização, demonstrando sua preocupação com a assimilação ativa do conteúdo, com uma aprendizagem verdadeiramente significativa.
Eis alguns desses princípios que pudemos identificar nos ditos do Senhor:

1. A aprendizagem deve alicerçar-se no valor da pessoa humana: “Vós sois a luz do mundo” (Mt. 5:1/4)

2. Toda aprendizagem se dá no tempo e é cumulativa: “Primeiro a erva, depois a espiga e por último o grão cheio na espiga” (ofc 4:28).

3. O processo ensino-aprendizagem tem como fonte o indivíduo e sua situação histórico- social:” A que assemelharemos o reino de Deus? Ou com que parábola o apresentaremos?” (Mc. 4:30).

4. A aprendizagem deve se basear na descoberta pessoal, concreta, a partir da reflexão em profundidade: “Quem (pergunta Jesus ao doutor da lei, narrando a parábola do Bom Samaritano) foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores?”. (Lc. 10:36). Ao ouvir a resposta , conclui o Mestre: “Vai, e procede tu de igual modo!” (Lc. 10:37).

5. A aprendizagem se evidencia na vivência, na demonstração, no comportamento que denota a transformação interior: “Porquanto cada árvore é conhecida pelo seu próprio fruto.” (Lc. 6:44).

6. Toda aprendizagem significativa conduz o homem à harmonia consigo próprio, com o próximo e com Deus: “Quem pratica a verdade aproxima-se da luz...” (Jo. 3:21).

7. É no próprio aprendiz que encontramos o feedback sobre sua aprendizagem: Leia-se o diálogo de Jesus com o Moço Rico (Lc. 18:18-23).

8. Toda aprendizagem possui necessariamente momentos de avaliação: “Aquele dentre vós que estiver sem pecado, atire a primeira pedra.” (Jo. 8:7).

9. O erro é uma parte do processo de aprendizagem e deve ser transformado em estímulo: “ de Jesus para a mulher adúltera: “Vai e não peques mais!” (Jo. 8:11); de Jesus para o paralítico após a cura: “ Olha que já estás curado; não peques mais para que não te suceda coisa pior.” (Jo. 5:14).

10. Um ambiente de confiança e respeito é fundamental para a aprendizagem: Provam as inúmeras situações em que os discípulos perguntam, debatem, questionam as próprias palavras de Jesus. Leia-se, para ilustrar, o que consta de Mateus 13:10, Mateus 13:36, Mt. 15:2.

11. A aprendizagem verdadeira conduz o discípulo à liberdade e à autonomia:”Conhecereis a verdade e ela vos libertará.” (João 8:32).

12. A coerência e o modo de ser do mestre são igualmente elementos favorecedores da aprendizagem: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço e elas me seguem.” (Jo. 10:27).

13. O mestre é um aprendiz completo e o aprendiz é um mestre em potencial: “O discípulo não está acima de seu Mestre,; todo aquele, porém, que for bem instruído será como seu mestre.” (Lc. 6:40).

14. Toda aprendizagem significativa é aquisição para o espírito imortal: “Porque o Filho do homem há de vir na glória de seu Pai, com seus anjos, e então retribuirão a cada um conforme as suas obras”. (Mt. 16:27).

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