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15/10/2017

PROFESSOR ATÉ O FIM

Do livro A última grande lição 

- Então, vamos esquecer o epitáfio.
- Não, não. Diga como vai ser.
Ele estufou os lábios. 
- Pensei numa coisa assim: Professor até o Fim.
Esperou que eu refletisse sobre a frase. Professor Até o Fim.
- Que tal?
- bom. Muito bom.


Amei, será meu lema daqui em diante.
PROFESSOR ATÉ O FIM.


05/03/2017

HELEN KELLER



A alma encontrando a comunicação com o mundo externo, graças ao esforço imensurável de um Educador.

14/10/2016

O SAPO PROFESSOR


Era uma vez uma menina muito bonita que andava a passear à beira de um lago quando viu um sapo junto à água.

Qual não foi a sua surpresa quando ouviu o bicho a falar:

- Bom dia, linda menina. Não tenha medo. Na verdade eu sou um jovem professor e fui transformado em sapo por uma bruxa malvada.

- Coitadinho!, exclamou a menina. O que posso fazer para o ajudar?

- Bem, se você me beijar o feitiço é quebrado e eu volto ao normal. Aí podemos casar-nos e seremos muito felizes, estou certo.

A menina, toda contente, meteu o sapo dentro da bolsa e levou-o para casa. Mas o tempo passava e beijar o sapo - nada! Este começou a ficar impaciente e perguntou:

- Então menina você vai me beijar ou não?

- Nem pensar! disse a menina. Um sapo falante dá muito mais dinheiro do que um marido professor...

11/10/2016

LEVAR A LUZ


“Era uma vez, há muito anos, um homem que numa noite, caminhava pelas ruas de uma cidade, com uma lâmpada acesa.
Encontra-se com um amigo que surpreendido, lhe pergunta:


«Que faz você sendo cego, carregando uma lâmpada acesa nas mãos?».
Responde o cego:
«Não levo a lâmpada para poder ver o meu caminho.
Conheço as ruas de cor em plena escuridão.
Levo esta luz para que os outros quando encontrarem comigo, possam descobrir o seu caminho”.
Ser professor é conduzir a luz para que outros encontrem o caminho.

15/07/2016

PROFESSORES E PROFESSAUROS



Palestra de Celso Antunes.






A sua auto-biografia

Embora eu considere absolutamente desnecessário uma apresentação, fui informado que o protocolo exigia a leitura de um currículo e por isso, me apresento: Meu nome é Celso, nasci em São Paulo e na infância comi terra, botei lombrigas, achei e quebrei cupim para a galinhada, inventei mistura de sal, fermento e açúcar, esfreguei bicarbonato nos dentes e grudei esparadrapo para estreitar as orelhas. 
Roubei guaraná, escondi bilhete em garrafa, brinquei com fogo e molhei a cama, corri e escondi-me fingindo-me bandido, empinei papagaio, joguei bolinha, enterrei garrafa com casca de abacaxi, fui picado de marimbondo, amarrei lata em rabo de gato, tive sarampo, caxumba, fui internado com crupe, corri de vaca braba, espiei no buraco da fechadura. 
Fugi de casa por meia hora e voltei, apanhei e fui dormir com fome.

Construí caçambas com lata de óleo, caí de árvore, quebrei o braço, comi manga e tomei leite e fiquei com dor de barriga, contei estrelas e choquei para-choque de caminhão. 
Joguei bola na rua, colei na escola, fui campeão de botão, roubei beijo envergonhado, segurei vela. 
Aprendi a ler, chupei cana e assobiei ao mesmo tempo, fumei cigarro de chuchu, assisti seriado do Tarzan, ri muito com Carlitos, armei arapucas, fiz coisa feia e fiquei com medo da confissão, acordei com pijama molhado e escondi embaixo do colchão, tive espinhas no rosto e calos na mão, tirei cavalinho da chuva, fui carteiro e virei homem.

14/06/2016

UM CAMINHO PARA A EDUCAÇÃO

Que bom seria Nossa ALMA DE EDUCADOR, refletir nos caminhos apontados pelo Pobrezinho de Assis, como foi conhecido.
Muitas vezes preocupados com nossos "egoistas sofrimentos", deixamos de ver que somos parte dessa maravilhosa Obra que é a Educação das Almas.



Irmão Sol e Irmã Lua

Irmão Sol,Irmã Lua
Eu raramente os vejo
Raramente os ouço
Preocupado, que estou com minhas misérias
Irmão Vento e Irmã Brisa
Abram os meus olhos
Para ver o que é puro belo
Para que eu possa ver
A glória ao meu redor
Eu sou uma criatura de Deus
D'Ele sou parte
Eu Sinto o seu amor
despertando no meu coração
Irmão Sol e Irmã Lua
Agora, eu os vejo
E ouço a sua canção
Apaixonado que estou
Contudo que vejo
Eu sou uma criatura de Deus
D'Ele sou parte
Eu Sinto o seu amor
despertando no meu coração
Irmão Sol e Irmã Lua

01/06/2016

O EDUCADOR IDEAL - PEDAGOGO, DIDATA E PESQUISADOR

Uma reflexão sobre o “Educador Ideal”.

A Educação alicerçada no principio, (ao menos no meu ponto de vista) de que o “Educador Ideal” é aquele que desempenha três papéis essenciais na educação.
Não desejo aprofundar-me às explicações científicas das definições pesquisadas e definidas pela erudição e conhecimentos (muito oportunas) aplicadas.
Prefiro a visão poética de cada uma das três funções ou papéis que sinalizam o “Educador Ideal”

O primeiro papel é o de PEDAGOGO.
O PEDAGOGO, aquele que CONDUZ a criança pela mão.
E pelas mãos desses “escravos da educação” o outro aprende porque SENTE e AMA.
Padagogo é um estrategista do amor pela Educação.

O segundo papel é o de DIDATA.
- Didática é quando se acerta o ponto, o alvo.
Quando se vê nos olhos da criança aquele grito que ecoa pelos tempos, um dos maiores símbolos da alegria do saber, da alegria da descoberta...
- EUREKA!
E para isso não existe maior “prova” qualitativa de aprendizagem que o sorriso de uma criança quando APRENDE.
Que nota de poderia dar a isso?

“DIDATA é aquele que se empenha em transformar o saber teórico em saber ensinar”.O DIDATA é aquele que tem a capacidade de levar a criança a descobrir o mundo pelos próprios desejos e caminhos.
É o emulador, o instigador das potencialidades existentes na criança.
Não existe poesia tão bela como a definição:

"DIDÁTICA É TRANSFORMAR O SABER EM SABOR".
- O terceiro é o papel de PESQUISADOR DA CIÊNCIA DA EDUCAÇÃO.

O PESQUISADOR DA CIÊNCIA DA EDUCAÇÃO é aquele que jamais se imagina cem por cento pronto.
Para ele sempre falta algo para completar o seu EU.
Um Educador que se define "oitenta por cento", pois os outros "vinte" sempre estarão para ser alcançados.
Ávido pelos conhecimentos, tem o sublime propósito, e sabe que o conhecimento é o caminho para a Educação Ideal.
Para ele não existem “deficiências de aprendizagem”, mas como diz José Pacheco, existem sim, “deficiências de ensinagem”.

Então, o Educador Ideal, sem dúvida é Um PESQUISADOR reflexivo por excelência, a serviço da PEDAGOGIA, com a plenitude do coração voltado para a DIDÁTICA.


ÂNGELO PONCIO JÚNIOR

17/05/2016

CRIANÇAS

Era inverno.
Numa escolinha a professora ajuda um menino a calçar as botas.
Ela faz força, faz força, e parece impossível: as botas estão muito apertadas.
Ao fim de algum tempo, e a muito custo, uma bota já entrou e a outra já está quase calçada.
Nisto, diz o menino:
- As botas estão trocadas!
A professora para, respira fundo, vê que menino tem razão e começa a tirar as botas.
Mais uma dose de esforço e depois ela torna a calçar-lhas, desta vez nos pés certos.
Ao fim de muito tempo e muito esforço, ela consegue calçar e o menino diz:
- Sabe, é que estas botas não são minhas!
A educadora fecha os olhos, respira fundo e recomeça a descalçar o menino novamente.
Quando finalmente consegue, diz ao menino:
- OK! De quem é que são estas botas, então?
- São do meu irmão! A minha mãe obrigou-me a trazê-las!
A educadora fica em estado de choque, pulsação acelerada, vai respirando fundo, decide não dizer nada e a calçar novamente o menino.
Mais uma série de tempo e finalmente consegue.
Por fim diz-lhe:
- Pronto, já está calçado! Onde é que estão as luvas?
- Estão dentro das botas!...

27/10/2015

PARÁBOLA MUITO ATUAL



“Um Mestre viu um escorpião que se estava afogando, decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião picou-o.

Como reação à dor, o Mestre soltou-o e o animal caiu à água e de novo estava a afogar-se.
O Mestre tentou tirá-lo outra vez, e novamente o escorpião picou-o.
Alguém que tinha observado tudo, aproximou-se do Mestre e disse:

- Perdão, você é teimoso? Não entende que de cada vez que tentar tirá-lo da água ele o picará??!
O Mestre respondeu:
- A natureza do escorpião é picar mas isso não muda a minha natureza, que é de ajudar.”


Educação é isso mesmo.
Aqueles que têm o desejo de “ensinar”, por mais rebelde seja a natureza do outro, quem ama a educação, por estar em sua natureza, jamais de desanima.

14/10/2015

04/10/2015

BOAS MANEIRAS

Boas maneiras - de Paul Karrer

A cansada ex-professora se aproximou do balcão do supermercado. Sua perna esquerda doía e ela esperava ter tomado todos os comprimidos do dia: para pressão alta,

tonteira e um grande número de outras enfermidades.

"Graças a Deus eu me aposentei há vários anos" - ela pensou. "Não tenho energia para ensinar hoje em dia." Imediatamente antes de se formar a fila para o balcão, ela viu um rapaz com quatro crianças e uma esposa, ou namorada, grávida. 

A professora não pôde deixar de notar a tatuagem em seu pescoço.

"Ele esteve preso" - pensou.

Continuou a observá-lo. Sua camiseta branca, cabelo raspado e calças largas levaram-na a conjecturar:

"Ele é membro de uma gangue."

A professora tentou deixar o homem passar na sua frente. - Você pode ir primeiro -

ofereceu.

- Não, a senhora primeiro - ele insistiu.

- Não, você está com mais gente - disse a professora.

- Devemos respeitar os mais velhos - defendeu-se o homem.

E, com isto, fez um gesto largo indicando o caminho para a mulher.

Um breve sorriso adejou em seus lábios enquanto ela mancou na frente dele. A professora que existia dentro dela não pôde desperdiçar o momento e, virando-se para ele, perguntou:

- Quem lhe ensinou boas maneiras?

- A senhora, Sra. Simpson, na terceira série.

(Paul Karrer)

12/03/2015

A ROLHA PEDAGÓGICA...




Um Supervisor visitou uma escola fundamental. 
Em seu trajeto observou algo que lhe chamou a atenção: Uma professora estava entrincheirada atrás de sua mesa, os alunos faziam a maior bagunça; o quadro era caótico.
Decidiu, então, se apresentar:
- Com licença, sou o Supervisor... Algum problema?
- Estou completamente perdida senhor, não sei o quê fazer com estas crianças... 
Não tenho slides de apresentações, não tenho livros, a secretaria não envia sequer o mínimo material didático, não tenho recursos eletrônicos, não tenho nada novo para lhes mostrar, nem o quê lhes dizer!
O Supervisor, que era um docente de alma, viu uma rolha sobre a mesa, a tomou, e com serenidade oriental falou com as crianças:
- Alguém sabe o que é isto?
- Uma rolha! - gritaram os alunos surpresos.
- Muito bem. E de onde vem a rolha?
- Da garrafa. Uma máquina a coloca. De uma árvore. Da cortiça. Da madeira. – respondiam as crianças animadas.
- E o que dá para fazer com madeira? – continuava entusiasta o docente.
- Cadeiras. Uma mesa. Um barco!
- Muito bem, Então teremos um barco. 
Quem se anima a desenhá-lo? 



Quem faz um mapa na lousa e indica o porto mais próximo para o nosso barquinho? 
Escrevam a qual Estado brasileiro corresponde. 
E qual é o outro porto mais próximo que não é brasileiro? 
A qual país corresponde? 
Alguém lembra que personagens famosos nasceram ali? 
Alguém lembra o que produz esse país? 
Por acaso, alguém conhece alguma canção desse lugar?
E assim, começou uma aula variadíssima de desenho, geografia, historia, economia, música, etc.
A professora ficou muito impressionada.
Quando a aula terminou, comovida, disse ao Supervisor:
- Senhor, nunca esquecerei a valiosa lição que hoje me ensinou. Muitíssimo obrigada!!!


O tempo passou. O Supervisor voltou à escola e procurou pela professora. 
A encontrou novamente encolhida atrás de sua mesa, os alunos, outra vez, em desordem total.
- Mas, professora, o que houve? Lembra de mim?
- Mas é claro, como poderia esquecê-lo? Que sorte que o senhor voltou! Não encontro a rolha. Onde a deixou?

Enrique Mariscal
ENRIQUE MARISCAL é licenciado em filosofia, psicologia e ciências da educação pela Universidade de Buenos Aires. Como docente, desenvolveu intenso trabalho em todos os níveis de ensino: foi professor rural em regiões desfavorecidas, professor em uma escola pública em Buenos Aires e titular em várias universidades.
Escreveu vários livros com os quais soube chegar a todo tipo de público e ganhar a fidelidade dos seus leitores. 
No Brasill, já publicou o livro Contos para presentear as pessoas que amo.

05/03/2015

RAZÃO DO EDUCADOR

Professor...
Se você se tornou mestre

Certamente foi por alguma razão

Se foi para ter o produto imediato do seu trabalho

Você não escolheu o melhor caminho.

Se foi para ver resultados fantásticos, desista.

Você sabe que este é um trabalho que exige paciência

Se foi para ter recompensas grandiosas,

Saiba, que , ás vezes a sua recompensa

É a consciência de ter cumprido bem o seu dever.

Se foi para obter um grande sucesso, esteja certo,

Ele não está nas grandes manchetes,

Mas na satisfação de ter ajudado alguém a ser mais.

Porém, se você já sentiu a alegria

De ter feito alguém mais feliz,

Se você sorri com alegria para alguém,

Se você vibra com o crescimento do outro,

Se você canta para alguém vibrar,

Se você se sente mais você

Quando alguém se torna mais “eu”,

Então você encontra a razão de ser mestre,

Porque você encontrou de fato o essencial

E você terá o sucesso que acontece também no silêncio,

O resultado que tanto você esperou

Sorrindo no rosto de alguém,

E o rosto de alguém sorrindo

Porque você vive a alegria

De ter encontrado a razão de ser mestre

17/01/2015

RACIOCÍNIO LÓGICO


A professora dirige-se ao aluno:

- Diga rápido uma palavra que começa com a letra "c".

- Vassoura! - diz o menino.

- E onde esta o "c"?

- No cabo né "fessora"

04/01/2015

VIDA DE EDUCADOR

Educador

Educa a dor da falta

a dor cognitiva

Educando a busca de conhecimento.

Educador

Educa a dor do limite

a dor afetiva

Educando o desejo.

Educador

Educa a dor da frusração

a dor da perda

Educando o humano, na sua capacidade de amar.


Educador

Educa a dor do diferenciar-se

a dor da individuação

Educando a autonomia.

Educador

Educa a dor da imprevisão

a dor do incontrolável

Educando o entusiasmo da criação.

Madalena Freire em EDUCADOR EDUCADOR EDUCADOR

02/01/2015

MUDAR PARA NÃO ESTAGNAR-SE

“Na medicina todos sabem que o médico ou o dentista não podem permanecer 30 anos trabalhando sem aprimoramento.
Na informática, então, nem se fale.
Mas em educação, o senso comum não assimilou essa necessidade de reciclagem.
O professor sai da faculdade e não vê que a didática está constantemente mudando.
Ele fica estagnado com os recursos que aprendeu e acha que pode passar a vida assim.
Outro erro é que na maioria do sistema educacional público a ascensão profissional é por tempo de serviço.
De cinco em cinco anos, há a promoção por graduação de pontos.
Isso conta mais do que os cursos que o educador freqüentou, conta mais que os méritos.
Esse conceito precisa ser revisto e mudado.
Educação não é só dar aulas o tempo todo, o educador tem que pensar e ter tempo destinado para a formação e pesquisa.
Como acontece no ensino superior.”

Maria Amábile

19/11/2014

MALANDRAGEM

Até onde vai a malandragem das prefeituras?
Professores comentando de processos seletivos "para cadastro reserva" com taxas só para fazerem caixa. 
Os que passam nunca são chamados.
O que é isso?

VÁRIOS CURSO SOBRE EDUCAÇÃO