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16/07/2016

TRABALHANDO COM PROJETOS




Trabalhando com Projetos Celso Antunes 


11/06/2016

APRENDER A PESQUISAR


No início dos anos 1990, uma coleção de enciclopédias tinha o mesmo valor educacional que um microcomputador tem hoje em dia – eram ótimas ferramentas de pesquisa para os estudantes. 

Para quem tem menos de 20 anos, pode parecer incompreensível.
Como uma coleção de livros de capa dura, grandes, pesados e difíceis de manusear, pode ser tão eficaz quanto os programas de busca da internet, que nos colocam a dois cliques de qualquer resposta?

A geração que nasceu depois do surgimento da internet tem a sua disposição o maior volume de informação da história. 
Mas novos estudos sugerem que a intimidade dos jovens com o mundo digital não garante que eles sejam capazes de encontrar o que precisam na internet.
Uma pesquisa da Universidade de Charleston, nos Estados Unidos, mostra que a geração digital não sabe pesquisar. 
Acostumados com a comodidade oferecida por mecanismos de busca como o Google, eles confiam demais na informação fácil oferecida por esses serviços.
O estudo mostrou que os estudantes usam sempre os primeiros resultados que aparecem após uma busca, sem se importar com sua procedência. 

No estudo, os pesquisadores pediram a um grupo de universitários que respondesse a algumas perguntas com a ajuda da internet. 
Mas fizeram uma pegadinha: fontes de informação que não apareceriam no topo da lista de respostas do Google foram apresentadas propositalmente como primeira opção.
Os estudantes nem notaram a troca: usaram as primeiras respostas acriticamente. 
Outro estudo, realizado pela Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, pedia que 102 adolescentes que estavam se formando no ensino médio buscassem termos diversos em sites de pesquisa on-line. 

Todos trouxeram os resultados, mas nenhum soube informar quais eram os sites usados para obter as respostas: se veio da internet, já estava bom.

A conclusão dos cientistas é que os estudantes de hoje confiam demais nas máquinas.
 Em princípio, esse comportamento faz sentido, porque os sistemas de buscas oferecem conteúdos cada vez mais relevantes.
 Mas gera uma efeito colateral preocupante: a perda da capacidade crítica. 

“Precisamos ensinar os alunos a avaliar a credibilidade das fontes on-line antes de confiar nelas cegamente”, diz Bing Pan, pesquisador da Universidade de Charleston.
 “As escolas deveriam ajudar os estudantes a julgar melhor as informações.”
PARA LER TODA A MATÉRIA REVISTA ÉPOCA







02/05/2016

A FUNÇÃO DA ESCOLA


A construção do conhecimento não precisa ser amarga, sisuda ou chata. Pode e deve ser alegre, leve e prazerosa, pois é o conhecimento o responsável pela libertação e emancipação humana.
No entanto, a escola só se ocupa de preparar a pessoa para o trabalho, furtando-se ao compromisso de ensinar as coisas boas da vida, como escolher bem e criticamente um filme ou um livro, como apreciar uma obra de arte. Não estimula o prazer de escutar uma música, visitar uma exposição, passear por um parque, em contato com a natureza ou caminhar. (Edgar Morim)

A Educação Ideal, no entanto, preocupa-se em conduzi-las à alteridade¹ e à autonomia, A sensibilizar-se ao outro. De ter olhos para o bom e o belo. E por fim, de levá-las a serem mais sábias e mais felizes.

23/05/2015

UM ALUNO DE PESTALOZZI

Profunda esta descrição de um aluno de Pestalozzi que relata como eram as suas aulas...

"Para os primeiros elementos de Geografia éramos levados ao ar livre.
Começavam por conduzir nossos passos na direção de um vale afastado.
Devíamos olhar para esse vale como um todo em suas diversas partes, até que tivéssemos dele uma impressão exata e completa.
Então nos era dito, a cada um de nós, que devíamos cavar certa quantidade de barro, que havia em camadas de um lado do vale, e, com isso, enchíamos grandes folhas de papel trazidas para esse fim.

Quando chegávamos à escola, éramos postos ao redor de grandes mesas, que eram divididas, e cada criança devia, com o barro, construir, na parte que lhe fora destinada, um modelo do vale que havíamos recentemente observado...
Então, e somente então, olhávamos para o mapa, pois os agora havíamos adquirido a capacidade de interpretá-lo corretamente."

01/02/2015

AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O programa aborda as leis e os documentos que tratam da avaliação na educação infantil. Além das definições legais, o vídeo apresenta também pesquisas sobre o tema e exemplos de práticas avaliativas presentes em creches e pré-escolas.

16/01/2015

OS ESTÁGIOS COGNITIVOS SEGUNDO PIAGET

Piaget, quando descreve a aprendizagem, tem um enfoque diferente do que normalmente se atribui à esta palavra. Piaget separa o processo cognitivo inteligente em duas palavras : aprendizagem e desenvolvimento. Para Piaget, segundo MACEDO (1994), a aprendizagem refere-se à aquisição de uma resposta particular, aprendida em função da experiência, obtida de forma sistemática ou não. Enquanto que o desenvolvimento seria uma aprendizagem de fato, sendo este o responsável pela formação dos conhecimentos.

Piaget, quando postula sua teoria sobre o desenvolvimento da criança, descreve-a, basicamente, em 4 estados, que ele próprio chama de fases de transição (PIAGET, 1975). Essas 4 fases são :

Sensório-motor (0 – 2 anos);
Pré-operatório ( 2 – 7,8 anos);
Operatório-concreto ( 8 – 11 anos);
Operatório-formal (8 – 14 anos);
Sensório-motor

Neste estágio, a partir de reflexos neurológicos básicos, o bebê começa a construir esquemas de ação para assimilar mentalmente o meio (LOPES, 1996). Também é marcado pela construção prática das noções de objeto, espaço, causalidade e tempo (MACEDO, 1991). Segundo LOPES, as noções de espaço e tempo são construídas pela ação, configurando assim, uma inteligência essencialmente prática.

Conforme MACEDO (1991, p. 124) é assim que os esquemas vão "pouco a pouco, diferenciando-se e integrando-se, no mesmo tempo em que o sujeito vai se separando dos objetos podendo, por isso mesmo, interagir com eles de forma mais complexa." Nitzke et alli (1997b) diz-se que o contato com o meio é direto e imediato, sem representação ou pensamento.

Exemplos:

O bebê pega o que está em sua mão; "mama" o que é posto em sua boca; "vê" o que está diante de si. Aprimorando esses esquemas, é capaz de ver um objeto, pegá-lo e levá-lo a boca.

Pré-operatório

É nesta fase que surge, na criança, a capacidade de substituir um objeto ou acontecimento por uma representação e esta substituição é possível, conforme PIAGET, graças à função simbólica. Assim este estágio é também muito conhecido como o estágio da Inteligência Simbólica.

Contudo, MACEDO (1991) lembra que a atividade sensório-motor não está esquecida ou abandonada, mas refinada e mais sofisticada, pois verifica-se que ocorre uma crescente melhoria na sua aprendizagem, permitindo que a mesma explore melhor o ambiente, fazendo uso de mais e mais sofisticados movimentos e percepções intuitivas.

A criança deste estágio:

É egocêntrica, centrada em si mesma, e não consegue se colocar, abstratamente, no lugar do outro.
Não aceita a idéia do acaso e tudo deve ter uma explicação (é fase dos "por quês").
Já pode agir por simulação, "como se".
Possui percepção global sem discriminar detalhes.
Deixa se levar pela aparência sem relacionar fatos.
Exemplos:

Mostram-se para a criança, duas bolinhas de massa iguais e dá-se a uma delas a forma de salsicha. A criança nega que a quantidade de massa continue igual, pois as formas são diferentes. Não relaciona as situações.

Operatório-concreto

Conforme Nitzke neste estágio a criança desenvolve noções de tempo, espaço, velocidade, ordem, casualidade, ..., sendo então capaz de relacionar diferentes aspectos e abstrair dados da realidade. Apesar de não se limitar mais a uma representação imediata, depende do mundo concreto para abstrair.

Um importante conceito desta fase é o desenvolvimento da reversibilidade, ou seja, a capacidade da representação de uma ação no sentido inverso de uma anterior, anulando a transformação observada.

Exemplos:

Despeja-se a água de dois copos em outros, de formatos diferentes, para que a criança diga se as quantidades continuam iguais. A resposta é afirmativa uma vez que a criança já diferencia aspectos e é capaz de "refazer" a ação.

Operatório-formal

Segundo WADSWORTH (1996) é neste momento que as estruturas cognitivas da criança alcançam seu nível mais elevado de desenvolvimento. A representação agora permite à criança uma abstração total, não se limitando mais à representação imediata e nem às relações previamente existentes. Agora a criança é capaz de pensar logicamente, formular hipóteses e buscar soluções, sem depender mais só da observação da realidade.

Em outras palavras, as estruturas cognitivas da criança alcançam seu nível mais elevado de desenvolvimento e tornam-se aptas a aplicar o raciocínio lógico a todas as classes de problemas.

Exemplos:

Se lhe pedem para analisar um provérbio como "de grão em grão, a galinha enche o papo", a criança trabalha com a lógica da idéia (metáfora) e não com a imagem de uma galinha comendo grãos.

14/01/2015

PIAGET REVERSIBILIDADE

Conforme Nitzke neste estágio a criança desenvolve noções de tempo, espaço, velocidade, ordem, casualidade, ..., sendo então capaz de relacionar diferentes aspectos e abstrair dados da realidade. Apesar de não se limitar mais a uma representação imediata, depende do mundo concreto para abstrair.

Um importante conceito desta fase é o desenvolvimento da reversibilidade, ou seja, a capacidade da representação de uma ação no sentido inverso de uma anterior, anulando a transformação observada.


16/02/2014

Programa 'Crescer Aprendendo'

"Que tal um guia para ajudar você que é pai a desenvolver em seu filho com idade entre zero e seis anos, habilidades motoras, sociais e educativas, através de atividades práticas?
 O material conta com um vídeo lançado no canal da organização no Youtube intitulado: ‘Crescer Aprendendo’.
 O vídeo incentiva o contato visual e também o proveito de qualquer momento em uma experiência de aprendizado."

14/09/2013

O GAROTINHO


Uma vez um garotinho foi para a escola. 
Ele era bem um garotinho.
 E a escola era bem grande. Mas quando o garotinho viu que podia ir para a sua sala caminhando diretamente da porta lá de fora, ele ficou feliz e a escola não parecia tão grande assim.
Numa manhã, quando o garotinho estava há pouco na escola, a professora disse: "Hoje nós vfloramos fazer um desenho!"
"Bom!", pensou o garotinho.
Ele gostava de desenhar. Ele podia fazer todas as coisas! Leões e tigres, galinhas e vacas, trens e barcos… 
E pegou sua caixa de lápis e começou a desenhar. 
Mas a professora disse: "Esperem. Não é hora de começar!"
E ela esperou até que todos estivessem prontos. "Agora", disse a professora, "Nós vamos desenhar flores".
"Bom!", pensou o garotinho.
Ele gostava de desenhar flores. E começou a fazer bonitas flores com lápis rosa, laranja e azul. 
Mas a professora disse: "Esperem, eu lhes mostrarei como se faz!" 
E era vermelha, com a haste verde.
"Aí!" disse a professora, "Agora vocês podem começar".
O garotinho olhou a flor da professora. 
Então olhou para a sua. Ele gostava mais da sua flor do que a da professora. Mas ele não revelou isso. 
Ele apenas guardou seu papel e fez uma flor como a da professora.
Era vermelha, com a haste verde.
Outro dia, quando o garotinho abria a porta lá fora, a professora disse: "Hoje nós vamos trabalhar com argila!"
Cobras e bonecos, elefantes e ratos, carros e caminhões… E começou a puxar e amassar a bola de argila. 
Mas a professora disse: "Esperem, não é hora de começar."
E ela esperou até que todos estivessem prontos. "Agora" disse a professora, "nós vamos fazer uma travessa."
"Bom", pensou o garotinho.
Ele gostava de fazer travessas. E começou a fazer algumas, de diferentes tamanhos e formas. 
Mas a professora disse: "Esperem e eu lhes mostrarei como fazer uma travessa funda." - "Aí", disse a professora, "agora vocês podem começar".
O garotinho olhou para a travessa da professora. Então, olhou para as suas. Ele gostava mais das suas do que as da professora. Mas não revelou isso. Ele apenas amassou sua argila numa grande bola. E fez uma travessa como a da professora, que era uma travessa funda.
E logo o garotinho aprendeu a esperar e a observar. E a fazer coisas como a professora. E logo, ele não fazia as coisas por si mesmo.
Então aconteceu que o garotinho e sua família mudaram para outra casa numa outra cidade.
E o garotinho teve que ir para outra escola. Essa escola era ainda maior do que a primeira. E não havia porta lá fora direto para a sua sala. Ele tinha que subir alguns degraus e seguir por um corredor comprido para chegar a sua sala.
E, justamente no primeiro dia que ele estava lá, a professora disse: "Hoje nós vamos fazer um desenho".
"Bom", pensou o garotinho.
florE esperou pela professora para dizer-lhe o que fazer. Mas ela não disse nada, apenas andou pela sala. Quando aproximou-se do garotinho, ela disse: "Você não quer desenhar?"

"Sim", disse o garotinho. "Mas o que é que eu vou fazer?"
"Eu não sei até que você faça", disse a professora.
"Como eu farei?", perguntou o garotinho.
"Por quê" disse a professora, "faça do jeito que você quiser".
"E de qualquer cor?" perguntou ele.
"De qualquer cor", disse a professora. "Se todos fizessem o mesmo desenho e usassem as mesmas cores, como eu poderia saber quem fez o que e qual era qual?"
"Eu não sei", disse o garotinho.
E começou a fazer uma flor vermelha, com a haste verde.

18/03/2013

A EDUCAÇÃO EM REGGIO EMILIA

A equipe da Univesp TV viajou até Reggio Emilia, cidade de 170 mil habitantes que fica no norte da Itália e é conhecida no mundo todo por sua excelência na educação infantil. 
A reportagem conta como as dificuldades do pós-guerra fizeram surgir na comunidade o desejo de iniciar um novo tempo para todos, começando com a formação das crianças pequenas. 
A visita a uma escola ligada à prefeitura de Reggio Emilia mostra como é a rotina de professores, alunos e pais.

09/03/2013

PROJETO BURACO NA PAREDE

Palestrando na LIFT 2007, Sugata Mitra fala sobre seu projeto Buraco na Parede. 
Jovens crianças nesse projeto descobriram sozinhos como usar um PC -- e depois ensinaram a outras crianças. Ele pergunta, o que mais as crianças podem se ensinar?





13/02/2013

ENSINO DE MATEMÁTICA

Fábio Eitelberg conversa com Ivan Rodrigues, diretor da Escola Estadual Professor Daily Resende Franca, de São Paulo e com Constance Kamii, pesquisadora da Universidade do Alabama em Birmingham sobre o ensino de matemática a crianças, sobre o cálculo mental, sobre o ensino de algoritmos e sobre o uso de jogos na atividade pedagógica.

11/02/2013

ROGER SCHANK, O INIMIGO DAS AULAS CHATAS.

 "As pessoas só aprendem com os próprios erros.
É o que pensa Roger Schank, especialista em ciência cognitiva que coleciona polêmicas pregando contra a rigidez das escolas.
 Do ensino básico à pós-graduação, o ex-professor das universidades Stanford e Yale considera as aulas chatas demais."


1) EXAME - Como serão as escolas do futuro? 
Roger Schank - Espero que elas não existam, pelo menos na forma atual. As escolas foram inventadas pelas religiões e até hoje são iguais: uma pessoa fala e as outras ficam caladas, tentando memorizar.
Não fazem ninguém pensar originalmente. A maior parte do que ensinam é desnecessária. Álgebra? Ninguém usa. Mas cada criança tem de fazer equação de segundo grau para passar na prova e, em seguida, esquecer.
2) EXAME - Como deveria ser a aprendizagem? 
Roger Schank - A gente só aprende quando pergunta. Uma criança de 2 anos questiona o tempo todo. Aprende a falar para pedir comida, não porque tem aulas de gramática. Começa a andar sem ter aulas de física. Cai, pede ajuda, mas persiste.
E, quando assimila, passa a andar inconscientemente. Isso é aprender. Mecanismos inconscientes são aprimorados quando você erra e tem de descobrir um jeito de consertar. A partir daí, passa a fazer corretamente de forma natural. 
3) EXAME - Como é sua abordagem de “aprender fazendo”? 
Roger Schank -Os alunos trabalham em espaços como bibliotecas e demandam orientações sobre seus projetos a mentores disponíveis online. Parece fácil, mas não é. Fazer com que os estudantes trabalhem duro e pensem em algo que nunca viram antes é sempre uma tarefa dificílima. Nos cursos de pós-graduação que preparo, não há leituras, aulas nem provas. Tudo o que fazemos é produzir. 

PARA LER TODA A MATÉRIA REVISTA EXAME

29/01/2013

APRENDIZAGEM POR PROJETO


No ensino por projetos (PBL), os alunos passam por um longo processo de investigação para encontrar resposta a uma questão complexa, um problema ou desafio.

Permitindo ao estudante "voz e escolha," projetos rigorosos são cuidadosamente planejados, geridos e avaliados, para ajudar os alunos a aprender o conteúdo acadêmico, habilidades práticas do século 21 (como comunicação, colaboração e pensamento crítico), e criar alta qualidade, conhecimentos autênticos e saber elaborar sua apresentações.


Ter conteúdo relevante. O objetivo da abordagem é trabalhar os conceitos-chave das disciplinas acadêmicas a partir de um projeto.
Desenvolver habilidades para o século 21. Ao longo do projeto, os alunos deverão buscar uma resposta a um problema. Para isso, eles deverão buscar referências em diferentes fontes de informação, precisarão de pensamento crítico, habilidade de resolução de problemas, colaboração e várias formas de comunicação – habilidades mais refinadas que a simples memorização.
Ter espírito de exploração. Isso faz parte do processo de aprender e criar algo novo com curiosidade e motivação.
Organizar-se em torno de questões abertas. Aqui o foco está em estimular o aprendizado mais aprofundado, debates, desafios e problemas.
Criar a necessidade de saberO fato de ter que apresentar um produto ao fim de um período serve também para criar a expectativa de aplicar o que se está aprendendo e fazer com que os alunos criem laços com seu trabalho.
Dar oportunidade de voz e escolha. Os alunos aprendem a trabalhar independentemente e assumir riscos quando eles são instados a fazer escolhas e mostrar sua voz. Isso faz com que aumente também o engajamento dos estudantes.
Incluir processos de revisão e reflexão. Os estudantes aprendem a dar e receber feedback para melhorar a qualidade do produto no qual estão trabalhando.
Apresentar para o público. Ao mostrar o produto de seu esforço para outras pessoas, pessoalmente ou on-line, aumenta-se a motivação dos alunos a fazerem trabalhos de melhor qualidade.

05/01/2013

JEAN PIAGET: JOGOS E SIMBOLISMO

O professor Lino de Macedo, da Faculdade de Educação da USP, fala do simbolismo presente nos jogos e brincadeiras infantis, na teoria de Jean Piaget. 
Ele apresenta a teoria de jogos de outro autor, Jean-Marie Ihote.
 Em seguida, apresenta a teoria de Piaget para os jogos, mostrando como se relacionam o Exercício, a Regra e o Símbolo, nas diferentes idades da criança.

Palestra do I Colóquio Internacional de Epistemologia e Psicologia Genéticas: atualidade da obra de Jean Piaget, Unesp Marília, setembro de 2009.




16/12/2012

A PAIXÃO NA APRENDIZAGEM

A paixão pela música, como toda aprendizagem, como todo o conhecimento, não é algo que se possa simplesmente ser transmitido. 
É um processo subjetivo, que demanda  elaboração pessoal construído pelo desejo do aprender.
Mas é possível!
E o que se pode fazer é auxiliar o desencadeamento desse processo, onde o Educador é o catalizador, estimulador e mediador da aprendizagem.

17/11/2012

PRINCÍPIOS DE UMA ESCOLA IDEAL


Uma escola onde o aluno será protagonista de sua formação, participando da construção do próprio saber e envolvendo-se nos processos de aprendizagem. É esta a ambição do Ginásio Experimental de Novas Tecnologias (GENTE), escola piloto de tempo integral que começa a ser implementada em 2013 na Rocinha, comunidade da zona sul carioca, pela Secretaria Municipal de Educação (SME) do Rio de Janeiro.
A primeira unidade do GENTE terá sede na Escola Municipal André Urani, com capacidade para atender 210 alunos do 7º ao 9º anos. Beatriz Alqueres, gerente de projetos estratégicos da Secretaria explica que os alunos não serão reunidos por ano seriado, mas por competências. “O objetivo não é trabalhar por conteúdo, mas com a construção de habilidades”

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01/08/2012

CONSTANCE KAMII

Nesse vídeo Constance Kamii fala sobre a promoção à autonomia, e sobre premiação e punição que mantém a criança na heteronomia.






http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=CUotd2XtWns

05/04/2012

EFEITO PIGMALEÃO OU ROSENTHAL

O efeito Pigmaleão (também chamado efeito Rosenthal) foi assim nomeado por Robert Rosenthal e Lenore Jacobson, destacados psicólogos americanos, que realizaram um importante estudo sobre como as expectativas dos professores afetam o desempenho dos alunos. 

Segundo os autores, professores que têm uma visão positiva dos alunos tendem a estimular o lado bom desses alunos e estes devem obter melhores resultados; inversamente, professores que não têm apreço por seus alunos adotam posturas que acabam por comprometer negativamente o desempenho dos educandos.


Pigmaleão, na mitologia greco-romana, era o rei de Chipre e também escultor. Diz a história que Pigmaleão criou uma estátua da mulher que considerava como a mulher ideal, um ser feminino fisicamente perfeito. 
O escultor se envolveu tanto com sua criação que acabou se apaixonando pela estátua.
Compadecida, a deusa Afrodite deu vida à obra de arte, transformando-a em um ser de carne e osso com quem Pigmaleão se casou e teve uma filha.

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