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23/05/2016

O MUNDO ATRAVES DOS OLHOS DAS CRIANÇAS


Alguma vez você já pensou sobre o que as crianças vêem o mundo um pouco diferente do que os adultos?
Aqui está uma comparação de pontos de vista, onde algo muito verdadeiro)
(Primeira coluna - os olhos de um adulto, o segundo - através dos olhos das crianças)








25/03/2016

O PERIGO DO CONSUMO

Esta campanha, composta por cinco vídeos, fez parte das ações de conscientização do Projeto Criança e Consumo. 
Com o objetivo de divulgar conteúdos de fácil absorção sobre as consequências do consumismo infanto juvenil, a campanha abordou os impactos desse comportamento por meio de mensagens educativas direcionadas a pais, educadores e formadores de opinião.

22/07/2013

A CRIANÇA QUE GAGUEJA


DO SITE http://www.gagueira.org.br/
Orientações aos professores: a criança que gagueja na escola

Os professores frequentemente têm dúvidas sobre como agir com uma criança que gagueja em sala de aula. Por exemplo:
- Ela deve ser cobrada para fazer apresentações orais, ler em voz alta ou responder perguntas?
- O professor deve comentar com a criança a respeito de sua fala ou simplesmente ignorar?
- O que deve ser feito se outras crianças começam a caçoar dela?
Essas são apenas algumas das perguntas que os professores costumam fazer.

A criança da pré-escola e do jardim de infância

Todas as crianças nesta faixa de idade estão ativamente aprendendo a falar. Neste processo, é natural que cometam erros de fala. Esses erros são chamados de hesitações/disfluências. Algumas crianças apresentam mais do que outras e isto é normal. Entretanto, há certas crianças que apresentam muitas hesitações/disfluências - principalmente repetições e prolongamentos de sons -, que são facilmente notadas por quem ouve.
Se você estiver preocupado quanto à possibilidade de desenvolvimento de gagueira em uma dessas crianças, não deixe que ela perceba qualquer atenção especial neste momento. 
Ao invés disso, procure um fonoaudiólogo especializado em gagueira para receber orientações e sugestões.
Fale também com os pais, tente saber a opinião deles sobre o assunto e deixe-os cientes de que pode ser um comportamento típico da idade. 
Em muitos casos, quando pais e professores ouvem a criança e conversam com ela de uma forma calma e paciente, a fala retorna à normalidade e suas habilidades de linguagem e sua adaptação escolar melhoram. 
Contudo, se a criança continuar a apresentar hesitações/disfluências, é recomendável que ela seja acompanhada por um fonoaudiólogo especializado em gagueira.

A criança do ensino fundamental

Nesta faixa de idade, há crianças que não somente repetem e prolongam sons, mas também que fazem esforço e ficam tensas e frustradas com suas tentativas de falar. 
Elas precisam de ajuda. 
Sem a ajuda necessária, é provável que a gagueira afete negativamente seu desempenho em sala de aula. 
Como sugerido para a criança da pré-escola, consulte um fonoaudiólogo especializado em gagueira, fale com os pais e discuta suas observações com eles. 
Se você, os pais e o fonoaudiólogo compartilharem a opinião de que as hesitações/disfluências desta criança são diferentes das de outras em sua sala, vocês poderão decidir acompanhar, em equipe, a evolução desta criança.
Uma preocupação importante da maioria dos professores é com relação às reações da criança diante de sua gagueira em sala de aula. Que tipo de participação deve-se exigir dela durante as aulas? A resposta a esta pergunta depende de cada criança. 
Em um extremo, temos a criança que não demonstra nenhuma preocupação e fica feliz em poder participar como qualquer outra. 
No outro extremo, temos a criança que chora e se recusa a falar. 
A maioria está entre um extremo e outro. 
Se a criança estiver sendo acompanhada por um fonoaudiólogo especializado em gagueira, pergunte a ele sobre qual seria a atitude mais adequada a tomar. 
Pergunte também à criança sobre como ela gostaria de participar. As exigências de participação devem se tornar parte de um programa de educação individualizado da criança.

Fale com a criança: mostre seu apoio

Normalmente, é aconselhável que você converse com a criança de forma reservada. 
Explique a ela que quando falamos às vezes cometemos erros (assim como acontece com outras tarefas). 
Nós nos atrapalhamos com os sons, repetimos palavras e nos confundimos com elas. Com a prática, melhoramos. 
Explique que você está lá para ajudá-la.
Falar com a criança desta forma permitirá que ela saiba que você está ciente da dificuldade e também que você a compreende e a aceita.

Respondendo perguntas

Ao fazer perguntas em sala de aula, é possível adotar certos procedimentos para tornar a situação mais fácil para uma criança que gagueja:
- Inicialmente, até que ela se ajuste à turma, faça perguntas que possam ser respondidas com poucas palavras.
- Se cada criança tiver que responder uma pergunta, chame a criança que gagueja no início, porque a tensão e a ansiedade podem aumentar enquanto ela espera sua vez.
- Informe à classe que (1) eles terão o tempo que precisarem para responder às questões e (2) você quer que eles raciocinem antes de responder e não apenas que respondam rapidamente.

Lendo em voz alta na sala de aula

Muitas crianças que gaguejam são capazes de lidar satisfatoriamente com tarefas de leitura em voz alta em sala de aula, principalmente se elas são encorajadas em casa. 
Haverá algumas, entretanto, que gaguejarão severamente quando tiverem de ler em voz alta. 
As seguintes sugestões podem ajudar essas crianças:
- A maioria das crianças que gaguejam são fluentes quando lêem em uníssono com outras. Ao invés de simplesmente evitar chamar a criança que gagueja, permita que ela leia junto com outra criança.
- Permita que a classe inteira leia em duplas algumas vezes, para que a criança que gagueja não fique se sentindo especial. Gradualmente, ela pode se tornar mais confiante e conseguir ler em voz alta por conta própria.

As ridicularizações

As ridicularizações podem ser muito dolorosas para a criança que gagueja e devem ser eliminadas o mais rápido possível. 
Se ficar evidente que a criança está incomodada com as ridicularizações, fale com ela a sós. 
Ajude a criança a entender por que os outros reagem assim e sugira formas de responder assertivamente às provocações.
Se alguma criança insistir em provocar, fale com ela e explique que esse tipo de atitude é inaceitável. 
Tente conquistar sua ajuda. A maioria deseja a aprovação dos professores. 
Se o problema persistir, você pode consultar um conselheiro pedagógico ou um assistente social que trabalhe em sua instituição. Eles geralmente têm boas sugestões para lidar com esse tipo de problema.

Terapia fonoaudiológica

Se você não tiver certeza sobre a presença de um fonoaudiólogo em sua escola, fale com o diretor de sua instituição. 
Sugira também aos pais que procurem um fonoaudiólogo especializado em gagueira.
Aqui foram listados apenas alguns pontos gerais. 
Tenha sempre em mente que cada criança é diferente e que uma atitude afetiva faz grande diferença em todos os casos.

Sugestões para falar com a criança que gagueja
  • Não diga para a criança falar mais devagar ou relaxar.
  • Fale com a criança de forma calma, sem pressa, pausando freqüentemente. Antes de começar a falar, ouça a criança até o fim e espere alguns segundos após ela ter concluído aquilo que queria dizer. Isso desacelera o ritmo geral da conversa.
  • Ajude todos os alunos da classe a aprender que há momentos de falar e momentos de escutar. Todas as crianças, especialmente aquelas que gaguejam, acham mais fácil falar quando há poucas interrupções e quando elas têm a atenção dos ouvintes.
  • Use expressões faciais, contato visual e outras formas de linguagem corporal para comunicar à criança que você está prestando atenção ao conteúdo da mensagem e não somente à forma como ela está falando.
  • Não subestime a criança. Espere a mesma qualidade e quantidade de trabalhos por parte de crianças que gaguejam.
  • Procure reduzir críticas, padrões rápidos de fala e interrupções.
  • Não complete as palavras para a criança, nem fale por ela.
  • Converse individualmente com o aluno que gagueja sobre as modificações necessárias à sua adaptação em sala de aula. Respeite suas necessidades, sem subestimá-lo.
  • Não torne a gagueira algo vergonhoso. Fale sobre gagueira como se estivesse falando sobre qualquer outro assunto.
Para maiores informações, consulte outras seções deste site.
Texto original: Notes to the Teacher: The Child Who Stutters at School 
Autora: Lisa Scott Trautman
Fonte: Stuttering Foundation of America
Tradução e adaptação: Hugo Silva.
Revisão: Sandra Merlo.
  

09/07/2013

TEMPLE GRANDIN - O MUNDO NECESSITA DE TODOS OS TIPOS DE MENTES.

Temple Grandin, diagnosticada com autismo na infância, fala sobre como a sua mente funciona, e a sua habilidade de "pensar em imagens", que a ajuda a resolver problemas que cérebros neurotípicos não conseguiriam. 
 Ela traz à tona que o mundo precisa de pessoas com o espectro autista: pensadores visuais, pensadores em padrões, pensadores verbais e todos os tipos de crianças espertas e inteligentes.


09/05/2013

EXCESSO DE FOFURA

Um delicioso olhar para as crianças que experimentam pela primeira vez algum alimento.

Filmado em alta velocidade, clareza impressionante, este filme nos permite ver quase os pensamentos dessas crianças em seus rostos.



20/09/2012

MAQUIAGEM


Brincar de se maquiar é bom, mas vale se atentar aos excessos

DO SITE G1


Ao estabelecer novas regras para cosméticos e produtos de higiene para crianças, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) trouxe à tona a antiga discussão sobre as crianças estarem sendo estimuladas precocemente para a sexualidade.
A preocupação não deixa de ter certa razão. A sexualidade parece estar por toda parte, seja na propaganda de um produto, em sites pornográficos de fácil acesso ou até em algumas roupas que não combinam em nada com a infância.
A ação da Anvisa não visa estimular o uso de maquiagem pelas crianças, mas de tornar mais segura essa prática. Hoje, as menininhas usam batom, esmalte ou sombra com certa frequência. Emprestam os produtos das mães, que não são adequados às características de um organismo tão jovem. Antigamente, a possibilidade de pintar o rosto ficava restrita ao carnaval e à festa junina, que eram esperados ansiosamente.
Se por um lado há um excesso na valorização da beleza e uso desses produtos; por outro, ao se maquiarem, as garotas estão exercitando, de maneira lúdica, o papel feminino adulto e imitando a mamãe – querem ficar bonitas e iguais a elas.
Através do brincar, incluindo o exercício de diferentes papéis, as crianças vão dando significado para as coisas do mundo. Por exemplo, as meninas brincam de serem mamães. É algo positivo e sem contraindicação.
Importar-se com a aparência é algo positivo e um indício de que a pessoa se valoriza. O problema surge quando ela se reduz a esse aspecto. O que a impede de enxergar qualquer outra possibilidade para si que vá além de ser visualmente bonita e, consequentemente, desejável sexualmente.
Aí entra o bom senso dos adultos responsáveis pela criança. Brincar de se maquiar é algo possível, assim como vez ou outra passar um batom, do tipo brilho de boca, para passear. Ou uma sombra que na primeira brisa sai dos olhinhos das pequenas. Outra completamente diferente, e preocupante, é aquela garota que já de manhã se pinta toda para ir à escola, fazendo verdadeiros arabescos em torno dos olhos, descaracterizando-a como criança ou adolescente. Para essa, o uso de maquiagem supera o compromisso com o aprender.
Tudo tem seu tempo. O da infância é especial e curto. Temos que mostrar para nossos filhos a importância de aproveitá-la. Usar um batom de vez em quando não vai surrupia-la deles. O bom senso deve caber em qualquer situação.

17/07/2012

O PALADAR DA CRIANÇA


A neofobia alimentar na criança é natural. 
O seu instinto de sobrevivência faz com que ela se recuse a comer o que lhe parece estranho ao paladar. 
Alimentos ácidos ou amargos despertam nela a recusa.
Sem contar que aquilo que não conhecemos, mesmo quando adultos nos trás a estranheza e as vezes repulsa, quanto mais na criança. 
A introdução de alimentos como frutas, verduras, legumes, devem começar a fazer parte do cardápio diário da criança de forma prazerosa, e não imposta.
Compreender a criança para uma educação Ideal é essencial.


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