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07/03/2023
CHIQUINHA GONZAGA
Francisca Edwiges Neves Gonzaga era filha do militar José Basileu Neves Gonzaga e da mulata Rosa Maria de Lima. Ganhou um piano de seu pai aos 9 anos e compôs a sua primeira música aos 11 anos.
Casou-se com o oficial da Marinha Mercante Jacinto Ribeiro do Amaral aos 13 anos. Aos 16, nasceu o primeiro filho, João Gualberto. No ano seguinte, teve Maria.
Três anos depois, já seduzida pela música, decidiu separar-se do marido, o que provocou o rompimento das relações com o seu pai.
Chiquinha passou a viver com João Baptista de Carvalho, um bon-vivant com quem teve a filha Alice Maria. Em 1876, o casal decidiu mudar-se para o interior de Minas Gerais. Ao surpreender o amado com outra mulher, Chiquinha deixou-o, com a filha, que ainda não havia completado um ano, e partiu de vez para a carreira artística, compondo e dando aulas para se sustentar.
O flautista Antônio da Silva Calado a introduziu nas rodas de chorões do Rio de Janeiro. Num desses encontros de músicos, em 1877, ela compôs, de improviso, a polca "Atraente", seu primeiro sucesso. Depois musicou operetas e dirigiu concertos, tornando-se a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil.
23/12/2021
LINDA MENSAGEM DE NATAL
O filme de Natal do Grupo Zaffari de 2013 traz uma série de valores para inspirar todo mundo, não só na data especial, mas diariamente.
Que você saiba como aproveitar os seus dias e as pessoas que ama.
Que você consiga dizer tudo o que sente.
Que você saiba agradecer.
Que você cuide das pessoas, dos animais e das plantinhas.
Que você valorize tudo aquilo que a vida lhe dá.
Que você entenda que toda hora é hora de ajudar alguém.
Que você pratique a gentileza no seu dia a dia.
E, por fim, que você compreenda que um simples gesto pode fazer a diferença na vida do outro.
Que você saiba como aproveitar os seus dias e as pessoas que ama.
Que você consiga dizer tudo o que sente.
Que você saiba agradecer.
Que você cuide das pessoas, dos animais e das plantinhas.
Que você valorize tudo aquilo que a vida lhe dá.
Que você entenda que toda hora é hora de ajudar alguém.
Que você pratique a gentileza no seu dia a dia.
E, por fim, que você compreenda que um simples gesto pode fazer a diferença na vida do outro.
04/10/2021
FRANCISCO DE ASSIS
MEU ÊMULO, AQUELE QUE QUANDO PENSO, INSTIGA MINHA ALMA E QUESTIONA A MINHA VIDA...SEM SE QUER PERGUNTAR...
Giovanni di Pietro di Bernardone, mais conhecido como São Francisco de Assis (Assis, 5 de julho 1182 — 3 de outubro de 1226), foi um frade católico da Itália. Depois de uma juventude irrequieta , voltou-se para uma vida religiosa de completa pobreza, fundando a ordem mendicante dos Frades Menores, mais conhecidos como Franciscanos, que renovaram o Catolicismo de seu tempo.
Giovanni di Pietro di Bernardone, mais conhecido como São Francisco de Assis (Assis, 5 de julho 1182 — 3 de outubro de 1226), foi um frade católico da Itália. Depois de uma juventude irrequieta , voltou-se para uma vida religiosa de completa pobreza, fundando a ordem mendicante dos Frades Menores, mais conhecidos como Franciscanos, que renovaram o Catolicismo de seu tempo.
Com o hábito da pregação itinerante, quando os religiosos de seu tempo estavam mais ligados aos mosteiros rurais, e com sua crença de que o Evangelho devia ser seguido à risca, imitando-se a vida de Cristo, desenvolveu uma profunda identificação com os problemas de seus semelhantes e com a humanidade do próprio Cristo.
Sua atitude foi original também quando afirmou a bondade e a maravilha da Criação, quando se dedicou aos mais pobres dos pobres, e quando amou todas as criaturas chamando-as de irmãos. Alguns estudiosos afirmam que sua visão positiva da natureza e do homem, que impregnou a imaginação de toda a sociedade de sua época, foi uma das forças primeiras que levaram à formação da filosofia da Renascença.
Dante Alighieri disse que ele foi uma "luz que brilhou sobre o mundo", e para muitos ele foi a maior figura do Cristianismo desde Jesus.
ALGUMAS DE SUAS REGRAS
Todos os frades, em qualquer lugar em que estiverem em casa de outros para servir ou trabalhar, não sejam mordomos nem chanceleres nem estejam à frente das casas em que servem; nem recebam algum emprego que cause escândalo ou produza detrimento para sua alma; mas sejam menores e submissos a todos que estão na mesma casa.
E os frades, que sabem trabalhar, trabalhem e exerçam o mesmo ofício que sabem, se não for contra a salvação da alma e puder ser feito honradamente. Pois diz o profeta: Comerás os trabalhos dos teus frutos; és feliz e estarás bem; e o apóstolo: Quem não quer trabalhar, não coma; e cada um fique na arte e ofício em que foi chamado.
E pelo trabalho possam receber tudo que for necessário, menos dinheiro.
E quando for necessário, vão pela esmola como os outros pobres.
E possam ter ferramentas e instrumentos convenientes para seus ofícios.
Todos os frades esforcem-se por suar em boas obras, porque está escrito: Faz sempre alguma coisa boa, para que o diabo te encontre ocupado.
E ainda: A ociosidade é inimiga da alma.
Por isso os servos de Deus devem insistir sempre na oração ou em alguma obra boa.
Guardem-se os frades, onde quer que estejam, em eremitérios ou outros lugares, de apropriar-se de lugar algum ou de impedi-lo a alguém.
E quem quer que venha a eles, amigo ou adversário, ladrão ou assaltante, receba-se benignamente.
E onde quer que estejam os frades e onde quer que se encontrem, devem voltar a ver-se e honrar-se espiritual e diligentemente mutuamente sem murmuração.
E cuidem de não se mostrar tristes por fora e sombrios hipócritas; mas se mostrem alegres no Senhor e bem humorados e convenientemente amáveis.
04/05/2017
MARECHAL RONDON

MORRER SE PRECISO FOR, MATAR, NUNCA
Cândido Mariano da Silva Rondon mais conhecido como Marechal Rondon, (Mimoso, 5 de maio de 1865 — Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 1958) foi um militar e sertanista brasileiro.
De origem indígena por parte de seus bisavós maternos (Bororo e Terena) e bisavó paterna (Guaná), Rondon tornou-se órfão precocemente, tendo sido criado pelo avô e, depois de sua morte, transferiu-se para o Rio de Janeiro para ingressar na Escola Militar: além dos estudos serem gratuitos, os alunos da escola recebiam - desde que assentassem praça - soldo de sargento.
Cândido Mariano da Silva Rondon mais conhecido como Marechal Rondon, (Mimoso, 5 de maio de 1865 — Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 1958) foi um militar e sertanista brasileiro.
De origem indígena por parte de seus bisavós maternos (Bororo e Terena) e bisavó paterna (Guaná), Rondon tornou-se órfão precocemente, tendo sido criado pelo avô e, depois de sua morte, transferiu-se para o Rio de Janeiro para ingressar na Escola Militar: além dos estudos serem gratuitos, os alunos da escola recebiam - desde que assentassem praça - soldo de sargento.
Ainda estudante, teve participação nos movimentos abolicionista e republicano. Foi nomeado chefe do Distrito Telegráfico de Mato Grosso.
Foi então designado para a Comissão de Construção da linha telegráfica que ligaria Mato Grosso e Goiás.
Rondon cumpriu sua missão abrindo caminhos, desbravando terras, lançando linhas telegráficas, fazendo mapeamentos do terreno e principalmente estabelecendo relações cordiais com os índios. Manteve contato com muitas tribos indígenas, entre elas os Bororo, Nhambiquara, Urupá, Jaru, Karipuna, Ariqueme, Boca Negra, Pacaás Novo, Macuporé, Guaraya, Macurape.
Rondon cumpriu sua missão abrindo caminhos, desbravando terras, lançando linhas telegráficas, fazendo mapeamentos do terreno e principalmente estabelecendo relações cordiais com os índios. Manteve contato com muitas tribos indígenas, entre elas os Bororo, Nhambiquara, Urupá, Jaru, Karipuna, Ariqueme, Boca Negra, Pacaás Novo, Macuporé, Guaraya, Macurape.
Em 1910 organizou e passou a dirigir o Serviço de Proteção aos Índios e de maio de 1913 a maio de 1914 realizou mais uma expedição, em conjunto com ex-presidente dos Estados Unidos da América, Theodore Roosevelt.Em setembro de 1913, Rondon foi atingido por uma flecha envenenada dos índios Nhambiquaras. Sendo salvo pela bandoleira de couro de sua espingarda, ordenou a seus comandados, porém, que não reagissem e batessem em retirada, demonstrando seu princípio de penetrar no sertão somente com a paz.
17/04/2017
MONTEIRO LOBATO
“Tudo morre,
tudo passa,
tudo desaparece
levado pelo tio do tempo –
menos a obra de arte.”
Monteiro Lobato
(*) Taubaté, 18 de abril de 1882
(+) São Paulo, 4 de julho de 1948
30/03/2017
GIOVANNI BOSCO, EXEMPLO DE EDUCADOR
No dia Mundial da Juventude, ninguém melhor que essa Alma Educadora para representar o sentimento da Educação.
“Meus caros jovens, eu vos amo de todo coração, basta-me saber que sois jovens para que vos ame profundamente”.
Ela foi sempre o terno objeto dos meus trabalhos, dos meus estudos e do meu ministério sacerdotal; não apenas meu, mas da cara da congregação salesiana.
Quantas vezes, meus filhinhos, no decurso de toda a minha vida, tive de me convencer desta grande verdade!
É mais fácil encolerizar-se do que ter paciência, ameaçar uma criança que persuadi-la.
Direi mesmo que é mais cômodo, para nossa impaciência e nossa soberba, castigar os que resistem do que corrigi-los, suportando-os com firmeza e suavidade.
Tomai cuidado para que ninguém vos julgue dominados por um ímpeto de violenta indignação. É muito difícil, quando se castiga, conservar aquela calma tão necessária para afastar qualquer dúvida de que agimos para demonstrar a nossa autoridade ou descarregar o próprio mau humor.

Assim procedia Jesus com seus apóstolos; tolerava-os na sua ignorância e rudeza, e até mesmo na sua pouca fidelidade.
A afeição e a familiaridade com que tratava os pecadores eram tais que em alguns causava espanto, outros escândalo, mas em muitos infundia a esperança de receber o perdão de Deus.
Por isso nos ordenou que aprendêssemos dele a ser mansos e humildes de coração.
A afeição e a familiaridade com que tratava os pecadores eram tais que em alguns causava espanto, outros escândalo, mas em muitos infundia a esperança de receber o perdão de Deus.
Por isso nos ordenou que aprendêssemos dele a ser mansos e humildes de coração.
Uma vez que são nossos filhos, afastemos toda cólera quando devemos corrigir-lhes as faltas ou, pelo menos, a moderemos de tal modo que pareça totalmente dominada.
Em determinados momentos muito graves, vale mais uma recomendação a Deus, um ato de humildade perante ele, do que uma tempestade de palavras que só fazem mal a quem as ouve e não têm proveito algum para quem as merece.
Ofício das Leituras
Das cartas de São João Bosco, presbítero
(Epistolario, Torino 1959, 4, 201-203 – Sec. XIX)
21/03/2017
PABLO PINEDA, ATOR, PEDAGOGO E COM SÍNDROME DE DOWN
Pablo Pineda tornou-se uma celebridade na Espanha.
Não só por ser o primeiro portador de síndrome de Down que obteve um diploma universitário na Europa, como também por atuar como protagonista do filme "Yo, También", de 2009, que narra a história de um agente social com a síndrome que se apaixona por uma colega de trabalho.Aos 37 anos, ele tem licenciatura em Pedagogia e falta pouco para conseguir o segundo diploma universitário, também em um curso de magistério.
Seu próximo projeto agora?
Conseguir uma carteira de motorista.
EMMANUEL, COM SÍNDROME DE DOWN QUE TOCA VIOLINO E FALA 4 LÍNGUAS
A história de um jovem de 16 anos está impressionando milhares de pessoas nas redes sociais no mundo inteiro.
Trata-se de Emmanuel Joseph Bishop, um adolescente com Síndrome de Down que toca violino e fala 4 línguas: inglês, espanhol, francês e o latim.
Educado na casa dos pais, que nunca duvidaram das suas capacidades físicas e cognitivas, Emmanuel aprendeu muito cedo a ler e descobriu a sonoridade do violino com apenas 6 anos.
Lutando contra preconceitos e estigmas, o jovem mostra que não deve nada a muitos jovens da idade dele.
Para provar que ter Down não o impede de ser tão bom – ou melhor - que os outros, Emmanuel tem participado de conferências pelos quatro cantos do mundo.
Nelas, ele conta sua experiência de vida e os seus interesses por esporte e música.
Iniciativa que inspira crianças que também nasceram com a síndrome.
Mesmo com todas essas provas de talento e sensibilidade de Emmanuel e outras pessoas que nascem com Down, vários países ainda têm leis que permitem o aborto de bebês que nascem com a síndrome.
No vídeo o jovem Emmanuel toca violino com a Antalya State Symphony Orchestra.
Com informações do Boas Notícias.
Trata-se de Emmanuel Joseph Bishop, um adolescente com Síndrome de Down que toca violino e fala 4 línguas: inglês, espanhol, francês e o latim.
Educado na casa dos pais, que nunca duvidaram das suas capacidades físicas e cognitivas, Emmanuel aprendeu muito cedo a ler e descobriu a sonoridade do violino com apenas 6 anos.
Lutando contra preconceitos e estigmas, o jovem mostra que não deve nada a muitos jovens da idade dele.
Para provar que ter Down não o impede de ser tão bom – ou melhor - que os outros, Emmanuel tem participado de conferências pelos quatro cantos do mundo.
Nelas, ele conta sua experiência de vida e os seus interesses por esporte e música.
Iniciativa que inspira crianças que também nasceram com a síndrome.
Mesmo com todas essas provas de talento e sensibilidade de Emmanuel e outras pessoas que nascem com Down, vários países ainda têm leis que permitem o aborto de bebês que nascem com a síndrome.
No vídeo o jovem Emmanuel toca violino com a Antalya State Symphony Orchestra.
Com informações do Boas Notícias.
20/03/2017
NÃO TENHA MEDO
DO SITE RAZÕES PARA ACREDITAR
Vídeo feito por portadores de Síndrome de Down procura acalmar as futuras mães de crianças com a mesma síndrome que eles.
Uma mãe enviou um e-mail para uma organização de apoio à Síndrome de Down, a CoorDown, pois havia descoberto que seu filho tem a síndrome e ficou com medo em relação ao seu futuro. “Que tipo de vida meu filho vai ter?”A Saatchi & Saatchi italiana resolveu então fazer um vídeo, que também celebra o Dia Mundial da Síndrome de Down, dia 21 de março, no vídeo vemos 15 portadores da síndrome para responder à pergunta da mãe, mostrando que os desafios, alegrias e aprendizados vão acontecer, independente do filho ser Down ou não.
Afinal, são todos humanos incompletos. Vejam (ativem a legenda em português, se necessário):
O CONTADOR DE HISTÓRIAS

'O Contador de Histórias', filme de Luiz Villaça baseado na vida do mineiro Roberto Carlos Ramos, é a história de como o afeto pode transformar a realidade.
Caçula entre dez irmãos, Roberto desde cedo demonstra um talento especial para contar histórias, transformando, com a narrativa, suas próprias experiências de frustração em fábulas cativantes.
Aos 6 anos, o menino cheio de imaginação é deixado pela mãe em uma entidade assistencial recém criada pelo governo. Ela acredita estar, assim, garantindo um futuro melhor para seu filho.
A realidade na instituição é diferente do que se promovia pela propaganda na TV e Roberto, aos poucos, perde a esperança. Aos treze anos, após incontáveis fugas, ele é classificado como irrecuperável, nas palavras da diretora da entidade.
Contudo, para a pedagoga francesa Margherit Duvas (Maria de Medeiros), que vem ao Brasil para o desenvolvimento de uma pesquisa, Roberto representa um desafio Determinada a fazer do menino o objeto de seu estudo, tenta se aproximar dele. O garoto em princípio reluta, mas, depois de uma experiência traumática, procura abrigo na casa de Margherit.
O que surge entre os dois é uma relação de amizade e ternura, que porá em xeque a descrença de Roberto em seu futuro e desafiará Margherit a manter suas convicções.
'O Contador de Histórias' foi rodado em Belo Horizonte, São Paulo, Paulinia e Portugal. A atriz franco -portuguesa Maria de Medeiros ('Pulp Fiction', 'Henry & June', 'Capitães de Abril') interpreta Margherit. Roberto Carlos é interpretado pelos atores Marco Ribeiro (6 anos), Paulinho Mendes (13 anos) e Clayton Santos (20 anos). Denise Fraga assina a produção com Francisco Ramalho
Infelizmente o filme não faz jus ao livro, como sempre.
13/03/2017
GIOVANA
Esta é GiovanaYumbo Ruiz, tem 8 anos de idade e é exemplo de VIDA, de AMOR único, nasceu em Atalaya na região Ucayali, PERU.
Existe um grupo que quer tornar sua vida um pouco mais fácil.
O SEU SORRISO, a sua alegria é contagiante, ao ponto de tocar o CORAÇÃO com ESPERANÇA.
Esta pequena menina alegre tem uma síndrome rara -. Tetra-Amelia
Caso parecido ao de Nicholas James Vujicic que também nasceu sem os braços e pernas.
Ela cresceu em sua aldeia muito pobre, quase sem cuidado ou tratamento especializado.
Depois de uma matéria televisiva, Giovana foi levada para um centro especializado para aprender a se adaptar.
O que é de se admirar nessa linda menina. é que nunca está triste e visivelmente sempre de bom humor.
Existe um grupo que quer tornar sua vida um pouco mais fácil.
O SEU SORRISO, a sua alegria é contagiante, ao ponto de tocar o CORAÇÃO com ESPERANÇA.
Esta pequena menina alegre tem uma síndrome rara -. Tetra-Amelia
Caso parecido ao de Nicholas James Vujicic que também nasceu sem os braços e pernas. Ela cresceu em sua aldeia muito pobre, quase sem cuidado ou tratamento especializado.
Depois de uma matéria televisiva, Giovana foi levada para um centro especializado para aprender a se adaptar.
O que é de se admirar nessa linda menina. é que nunca está triste e visivelmente sempre de bom humor.
11/03/2017
MÃE EM TODO O TEMPO
Uma cena curiosa no parlamento Europeu: entre muitos homens e mulheres vestindo roupas sociais, uma mãe com um bebê no colo. Trata-se da eurodeputada italiana Licia Ronzulli que levou sua filha para o parlamento pela segunda vez com o objetivo de mostrar as dificuldades que as mulheres ultrapassam diariamente para conciliar a vida no trabalho e com a família. A deputada aproveitou as regras europeias parlamentares que permitem que as mulheres levem seus bebês ao trabalho.
De acordo com o jornal britânico Daily Mail, a menina permaneceu tranquila no colo da mãe e se distraiu com um biscoito que tinha em mãos.
Além disso, atraiu a atenção de pessoas que brincaram com ela.
Aqui no Brasil algumas empresas também permitem esse tipo de flexibilidade.
CENAS MUITO LINDAS.
08/03/2017
DONA ZEZÉ ASSA MIL PÃES TODAS AS TERÇAS-FEIRAS E AJUDA CEM FAMÍLIAS DA REGIÃO
Uma reportagem de uma grande pequena mulher, Alma nobre, mulher abençoada... anos alimentando corpo e Alma!
Iluminada. Maria José Matos da Silva, 62 anos, de Capão da Canoa, no litoral norte, é assim definida por quem bate à porta dela nas
terças-feiras.
Dona Zezé distribui centenas de pães para quem tem fome.
E,
antes disso, os produz no próprio pátio de casa.
É assim há 11 anos.
Cansada de ver crianças e idosos famintos pela periferia da cidade, Zezé decidiu colocar a mão na massa — literalmente. Moradora desde 1986 do bairro Santa Luzia, em Capão da Canoa, ela fez os primeiros pães num forno improvisado e os deu para dez famílias vizinhas. Sozinha na empreitada, precisou fazer faxinas e comprar fiado nos mercados da cidade para ter farinha e açúcar suficientes ao longo de 12 meses.
As coisas só começaram a mudar quando ela expôs o projeto numa rádio local. A partir daí, surgiram os primeiros doadores e uma parceria sólida com o Rotary da cidade. Para ampliar a distribuição, as próprias beneficiárias participavam da produção dos pães.
Hoje, para preparar os pães, Zezé e as ajudantes chegam ao local antes das 7h e só terminam a produção por volta das 18h. Nos dois fornos a lenha, são assados mil pães todas as terças-feiras, que ajudam cem famílias da região.
Para ajudar
- O projeto Forno Comunitário Madre Assunta aceita doações de farinha de trigo, açúcar, fermento para pão, feijão, arroz e outros alimentos pertencentes à cesta básica.
- Rua Getúlio Vargas, 364, bairro Santa Luzia, Capão da Canoa. Fone: (51) 3625-5138
07/03/2017
MINHA LINDA MULHER
Três lindas historias de VIDA!
Mulheres que se desprenderam de sí pelos seus amados.
A primeira historia: Ser mãe/pai é proteger os nossos filhos, independentemente daquilo que os outros pensem sobre nós.
Este vídeo conta a história de uma mulher que escolheu não expor a história da filha, para que ela cresça sem ser alvo de pena ou preconceito. Em um trecho do vídeo, o amigo dela pede pra ela contar a verdade, mas ela diz: “Eu prefiro que falem de mim do que falem de June”.
Este vídeo conta a história de uma mulher que escolheu não expor a história da filha, para que ela cresça sem ser alvo de pena ou preconceito. Em um trecho do vídeo, o amigo dela pede pra ela contar a verdade, mas ela diz: “Eu prefiro que falem de mim do que falem de June”.
Prepare o lenço
06/03/2017
HARRIET TUBMAN

Harriet Tubman (Araminta Ross, Condado de Dorchester, Maryland, 1820 — Auburn, 10 de Março de 1913), também conhecida por Black Moses, foi uma afro-americana natural dos EUA, abolicionista, humanitária e espiã da União durante a Guerra Civil dos Estados Unidos da América, que lutou pela liberdade, contra a escravidão e o racismo.
Depois de escapar do cativeiro, ela fez treze missões para resgatar setenta escravos utilizando da rede de ativistas abolicionistas e abrigos conhecida como a "Underground railroad". Ajudou John Brown a recrutar homens em seu ataque a Harpers Ferry, e no pós guerra lutou pela inclusão das mulheres no sufrágio.
Nascida uma escrava no distrito de Dorchester, Maryland, Tubman apanhou de seus vários mestres quando criança.
Ainda jovem, sofreu uma ferida traumática na cabeça quando um dono de escravos irado a lançou um peso de metal, pretendendo acertar outro escravo.
A lesão causou dores de cabeça, ataques epilépticos, poderosa atividade visionária e de sonho, e crises de hipersonia que ocorreram durante sua vida inteira.
Como uma cristã devota, atribuiu suas visões e sonhos vividos as premunições de deus.
Em 1849, Tubman escapou para a Philadelphia, e imediatamente retornou a Maryland para resgatar sua família. Devagar, e um grupo de cada vez, ela trouxe parentes consigo mesma para fora do estado, e eventualmente guiou dezenas de outros escravos para a liberdade. Viajando de noite e em extremo segredo, Tubman "nunca perdeu um passageiro". Recompensas pesadas eram oferecidas por muitas das pessoas que ela ajudou a libertar, mas ninguém tinha conhecimento de que era Harriet Tubman quem os ajudava. Quando uma lei abrangente contra fugitivos entrou em vigor em 1850, ela ajudou a guiar fugitivos mais ao norte ao Canada, e ajudou muitos recem libertados a encontrar emprego.
Quando a guerra civil americana começou, Tubman trabalhou para o exército da união(norte), primeiro como uma cosinheira e enfermeira, e então como batedora e espiã. A primeira mulher a liderar uma expedição armada na guerra, ela guiou o ataque no rio Combahee, que liberou mais de setecentos escravos.
Após a guerra, ela se aposentou para a residência da família em Auburn, New York, onde ela cuidou de seus pais idosos. Foi ativa no movimento para o sufrágio feminino até ser tomada por doença e ter de se internar numa clínica para idosos afro-americanos que ela havia ajudado a abrir anos antes. Depois de sua morte em 1913, se tornou um ícone americano a coragem e liberdade.
Depois de escapar do cativeiro, ela fez treze missões para resgatar setenta escravos utilizando da rede de ativistas abolicionistas e abrigos conhecida como a "Underground railroad". Ajudou John Brown a recrutar homens em seu ataque a Harpers Ferry, e no pós guerra lutou pela inclusão das mulheres no sufrágio.
Nascida uma escrava no distrito de Dorchester, Maryland, Tubman apanhou de seus vários mestres quando criança.
Ainda jovem, sofreu uma ferida traumática na cabeça quando um dono de escravos irado a lançou um peso de metal, pretendendo acertar outro escravo.
A lesão causou dores de cabeça, ataques epilépticos, poderosa atividade visionária e de sonho, e crises de hipersonia que ocorreram durante sua vida inteira.
Como uma cristã devota, atribuiu suas visões e sonhos vividos as premunições de deus.
Em 1849, Tubman escapou para a Philadelphia, e imediatamente retornou a Maryland para resgatar sua família. Devagar, e um grupo de cada vez, ela trouxe parentes consigo mesma para fora do estado, e eventualmente guiou dezenas de outros escravos para a liberdade. Viajando de noite e em extremo segredo, Tubman "nunca perdeu um passageiro". Recompensas pesadas eram oferecidas por muitas das pessoas que ela ajudou a libertar, mas ninguém tinha conhecimento de que era Harriet Tubman quem os ajudava. Quando uma lei abrangente contra fugitivos entrou em vigor em 1850, ela ajudou a guiar fugitivos mais ao norte ao Canada, e ajudou muitos recem libertados a encontrar emprego.
Quando a guerra civil americana começou, Tubman trabalhou para o exército da união(norte), primeiro como uma cosinheira e enfermeira, e então como batedora e espiã. A primeira mulher a liderar uma expedição armada na guerra, ela guiou o ataque no rio Combahee, que liberou mais de setecentos escravos.
Após a guerra, ela se aposentou para a residência da família em Auburn, New York, onde ela cuidou de seus pais idosos. Foi ativa no movimento para o sufrágio feminino até ser tomada por doença e ter de se internar numa clínica para idosos afro-americanos que ela havia ajudado a abrir anos antes. Depois de sua morte em 1913, se tornou um ícone americano a coragem e liberdade.
HISTÓRIA DE VIRGÍNIA DINIZ CARNEIRO
Nasceu em 1924, em Belo Horizonte, e teve paralisia infantil ainda bebê. Sofreu muito preconceito,ninguém acreditava que fosse capaz de alguma coisa.
Sua mãe queria que fosse para um convento, que se tornasse freira.
Mas Virgínia era romântica e queria casar. Esse desejo foi totalmente desencorajado por seus familiares e também pelos médicos. Todos acreditavam que, mesmo conseguindo alguém que a aceitasse, morreria se tentasse ter filhos. Virginia casou e teve 6 filhos.
O marido Paulo sempre acreditou em suas capacidades. Virgínia sempre trabalhou, chegou a apresentar um programa sobre reabilitação na TV. Foi também, entre outras coisas, presidente da ABBR de 1979 a 1981.
Ela nunca ouviu os nãos que a vida lhe disse. Hoje, aos 85 anos, ainda trabalha ministrando palestras voltadas para a valorização da vida. É viúva, Tem 9 netos e 8 bisnetos.
05/03/2017
HELEN KELLER
A alma encontrando a comunicação com o mundo externo, graças ao esforço imensurável de um Educador.
O MILAGRE DE ANNIE SULLIVAN
Em 1887, no Alabama, a jovem Helen Keller, cega e muda, desde a infância, devido a uma congestão cerebral, está a ponto de ser enviada para uma Instituição especializada em doentes mentais.
Sua falta de habilidade para se comunicar a deixou frustrada e violenta.
É um tempo difícil no sul dos Estados Unidos.
Desesperados, seus pais procuram ajuda junto ao Perkins Institute, de Boston, que lhes encaminha a jovem Annie Sullivan para ser tutora de sua filha.
Annie acabara de concluir seu curso, de modo que Helen será sua primeira aluna.

Em sua incansável tarefa para tentar fazer com que Helen se adapte e entenda, pelo menos em parte, o mundo que a cerca, Annie não se mostra condescendente nem a trata como uma pessoa deficiente.
Com essa atitude e determinação, entra muitas vezes em confronto com os pais de Helen, que sempre sentiram pena da filha e a mimaram. Por várias vezes, o pai a ameaça de mandá-la embora.
A situação chega a tal ponto que Annie diz que, para seu trabalho apresentar bons resultados, é preciso que ela e Helen passem a morar sozinhas numa outra casa da família.
A tarefa é realmente difícil, mas com pulso firme e muito amor, Annie consegue, em relativamente pouco tempo, tornar Helen uma garota dócil, bem como, fazer com que ela aprenda a linguagem dos dedos e a pronunciar suas primeiras palavras.

Críticas
Baseado no livro autobiográfico "The Story of my Life" de Helen Keller, "O Milagre de Annie Sullivan" é um grande clássico do cinema americano. Realizado pelo cineasta Arthur Penn, o filme é comovente e retrata a luta pela vida , nesse caso, contra a adversidade.
A direção de Arthur Penn é soberba.
O roteiro, assinado por William Gibson, é muito bem escrito e estruturado.
As interpretações de Anne Bancroft e Patty Duke são impactantes em sua sinceridade brutal. A emoção envolve o espectador à medida em que o personagem vivido por Patty Duke vai-se despojando de suas defesas e aversões para descobrir algo novo entre elas, o milagre a que o título se refere.
Enfim, "O Milagre de Annie Sullivan" é um filme imperdível.
O Milagre de Anne Sullivan from evandrox on Vimeo.
Amiguinos educadores, não costumo colocar links para baixar filmes.
Mas este é uma raridade, e pelo que sei não se acha em locadoras...
Sua falta de habilidade para se comunicar a deixou frustrada e violenta.
É um tempo difícil no sul dos Estados Unidos.
Desesperados, seus pais procuram ajuda junto ao Perkins Institute, de Boston, que lhes encaminha a jovem Annie Sullivan para ser tutora de sua filha.
Annie acabara de concluir seu curso, de modo que Helen será sua primeira aluna.

Em sua incansável tarefa para tentar fazer com que Helen se adapte e entenda, pelo menos em parte, o mundo que a cerca, Annie não se mostra condescendente nem a trata como uma pessoa deficiente.
Com essa atitude e determinação, entra muitas vezes em confronto com os pais de Helen, que sempre sentiram pena da filha e a mimaram. Por várias vezes, o pai a ameaça de mandá-la embora.
A situação chega a tal ponto que Annie diz que, para seu trabalho apresentar bons resultados, é preciso que ela e Helen passem a morar sozinhas numa outra casa da família.
A tarefa é realmente difícil, mas com pulso firme e muito amor, Annie consegue, em relativamente pouco tempo, tornar Helen uma garota dócil, bem como, fazer com que ela aprenda a linguagem dos dedos e a pronunciar suas primeiras palavras.

Críticas
Baseado no livro autobiográfico "The Story of my Life" de Helen Keller, "O Milagre de Annie Sullivan" é um grande clássico do cinema americano. Realizado pelo cineasta Arthur Penn, o filme é comovente e retrata a luta pela vida , nesse caso, contra a adversidade.
A direção de Arthur Penn é soberba.
O roteiro, assinado por William Gibson, é muito bem escrito e estruturado.
As interpretações de Anne Bancroft e Patty Duke são impactantes em sua sinceridade brutal. A emoção envolve o espectador à medida em que o personagem vivido por Patty Duke vai-se despojando de suas defesas e aversões para descobrir algo novo entre elas, o milagre a que o título se refere.
Enfim, "O Milagre de Annie Sullivan" é um filme imperdível.
O Milagre de Anne Sullivan from evandrox on Vimeo.
Amiguinos educadores, não costumo colocar links para baixar filmes.
Mas este é uma raridade, e pelo que sei não se acha em locadoras...
HELEN KELLER

Helen Adams Keller (Tuscumbia, 27 de junho de 1880 — Westport, 1 de junho de 1968) foi uma escritora, conferencista e ativista social estadunidense.
Nascida no Alabama, foi dos maiores exemplos de que as deficiências sensoriais não são obstáculos para se obter sucesso. Helen Keller foi uma extraordinária mulher, triplamente deficiente, que ficou cega e surda, desde tenra idade, devido a uma doença diagnosticada na época como febre cerebral (hoje acredita-se que tenha sido escarlatina). Superou todos os obstáculos, tornando-se uma das mais notáveis personalidades do nosso século. Ela sentia as ondulações dos pássaros através dos cascos e galhos das árvores de algum parque onde ela passeava.
Tornou-se uma célebre escritora, filósofa e conferencista, uma personagem famosa pelo extenso trabalho que desenvolveu em favor das pessoas portadoras de deficiência.
Anne Sullivan foi sua professora, companheira e protetora. A história do encontro entre as duas é contada na peça The Miracle Worker, de William Gibson, que virou o filme O Milagre de Anne Sullivan, em 1962, dirigido por Arthur Penn (em Portugal, O Milagre de Helen Keller).
Vida
Em 1904 graduou-se bacharel em filosofia pelo Radcliffe College, instituição que a agraciou com o prêmio Destaque a Aluno, no aniversário de cinquenta anos de sua formatura. Falava os idiomas francês, latim e alemão. Ao longo da vida foi agraciada com títulos e diplomas honorários de diversas instituições, como a universidade de Harvard e universidades da Escócia, Alemanha, Índia e África do Sul. Em 1952 foi nomeada Cavaleiro da Legião de Honra da França. Foi condecorada com a Ordem do Cruzeiro do Sul, no Brasil, com a do Tesouro Sagrado, no Japão, dentre outras. Foi membro honorário de várias sociedades científicas e organizações filantrópicas nos cinco continentes.
Em 1902 estreou na literatura publicando sua autobiografia A História da Minha Vida. Depois iniciou a carreira no jornalismo, escrevendo artigos no Ladies Home Journal. A partir de então não parou de escrever. alem de ser uma grande escritora
«Nunca se deve engatinhar quando o impulso é voar»
(Helen Keller)
«As melhores e mais belas coisas do mundo não podem ser vistas nem tocadas, mas o coração as sente»
(Helen Keller)
«Evitar o perigo não é, a longo prazo, tão seguro quanto se expor ao perigo. A vida é uma aventura ousada ou, então, não é nada.»
(Helen Keller)

Optimismo - um ensaio
A Canção do Muro de Pedra
O Mundo em que Vivo
Lutando Contra as Trevas
A Minha Vida de Mulher
Paz no Crepúsculo
Dedicação de Uma Vida
A Porta Aberta
A história de minha vida
Nascida no Alabama, foi dos maiores exemplos de que as deficiências sensoriais não são obstáculos para se obter sucesso. Helen Keller foi uma extraordinária mulher, triplamente deficiente, que ficou cega e surda, desde tenra idade, devido a uma doença diagnosticada na época como febre cerebral (hoje acredita-se que tenha sido escarlatina). Superou todos os obstáculos, tornando-se uma das mais notáveis personalidades do nosso século. Ela sentia as ondulações dos pássaros através dos cascos e galhos das árvores de algum parque onde ela passeava.
Tornou-se uma célebre escritora, filósofa e conferencista, uma personagem famosa pelo extenso trabalho que desenvolveu em favor das pessoas portadoras de deficiência.
Anne Sullivan foi sua professora, companheira e protetora. A história do encontro entre as duas é contada na peça The Miracle Worker, de William Gibson, que virou o filme O Milagre de Anne Sullivan, em 1962, dirigido por Arthur Penn (em Portugal, O Milagre de Helen Keller).
VidaEm 1904 graduou-se bacharel em filosofia pelo Radcliffe College, instituição que a agraciou com o prêmio Destaque a Aluno, no aniversário de cinquenta anos de sua formatura. Falava os idiomas francês, latim e alemão. Ao longo da vida foi agraciada com títulos e diplomas honorários de diversas instituições, como a universidade de Harvard e universidades da Escócia, Alemanha, Índia e África do Sul. Em 1952 foi nomeada Cavaleiro da Legião de Honra da França. Foi condecorada com a Ordem do Cruzeiro do Sul, no Brasil, com a do Tesouro Sagrado, no Japão, dentre outras. Foi membro honorário de várias sociedades científicas e organizações filantrópicas nos cinco continentes.
Em 1902 estreou na literatura publicando sua autobiografia A História da Minha Vida. Depois iniciou a carreira no jornalismo, escrevendo artigos no Ladies Home Journal. A partir de então não parou de escrever. alem de ser uma grande escritora
«Nunca se deve engatinhar quando o impulso é voar»
(Helen Keller)
«As melhores e mais belas coisas do mundo não podem ser vistas nem tocadas, mas o coração as sente»
(Helen Keller)
«Evitar o perigo não é, a longo prazo, tão seguro quanto se expor ao perigo. A vida é uma aventura ousada ou, então, não é nada.»
(Helen Keller)

Optimismo - um ensaio
A Canção do Muro de Pedra
O Mundo em que Vivo
Lutando Contra as Trevas
A Minha Vida de Mulher
Paz no Crepúsculo
Dedicação de Uma Vida
A Porta Aberta
A história de minha vida
04/12/2016
NICHOLAS JAMES VUJICIC
Nicholas James Vujicic (Melbourne, 4 de dezembro de 1982) é um palestrante motivacional e diretor da Life Without Limbs.
Nascido sem pernas e braços devido a rara síndrome Tetra-amelia, Vujicic viveu uma vida de dificuldades e provações ao longo de sua infância.
No entanto, ele conseguiu superar essas dificuldades e, aos dezessete anos, iniciou sua própria organização sem fins lucrativos chamada Life Without Limbs (em português: Vida sem Membros).
Depois da escola, Vujicic frequentou a faculdade e se formou com uma bidiplomação.
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